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Marcelo. "Não há portugueses puros, como não há brasileiros puros"
Mundo 3 03.07.2022
Visita ao Brasil

Marcelo. "Não há portugueses puros, como não há brasileiros puros"

O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, sai da água no final do mergulho na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
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Marcelo. "Não há portugueses puros, como não há brasileiros puros"

O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, sai da água no final do mergulho na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
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Mundo 3 03.07.2022
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Marcelo. "Não há portugueses puros, como não há brasileiros puros"

Redação
Redação
O presidente português está no Brasil e sábado de manhã foi a banhos na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. À noite, discursou na Bienal do Livro, em São Paulo.

O Presidente da República afirmou no sábado à noite que "não há portugueses puros, como não há brasileiros puros", depois de ouvir uma orquestra formada por músicos imigrantes e refugiados, na abertura da Bienal Internacional do Livro, em São Paulo.

Marcelo Rebelo de Sousa chegou no sábado de manhã ao Rio de Janeiro, para participar numa cerimónia comemorativa da travessia aérea do Atlântico Sul feita há cem anos por Sacadura Cabral e Gago Coutinho, e depois seguiu para São Paulo, onde hoje tem uma agenda intensa.

Ainda na manhã de sábado, aproveitou para dar uns mergulhos na praia de Copacabana e dar dois dedos de conversa com outros banhistas, sob o olhar atento de muitos brasileiros. Ainda ontem, o presidente português voou depois para São Paulo.

"Não há portugueses puros, como não há brasileiros puros. Somos todos cruzamento de todos. E temos honra em sermos cruzamento de todos. E isto é uma lição própria de sociedades cultas, avançadas, progressivas", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa na abertura oficial da 26.ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Uma afirmação que mereceu muitos aplausos dos presentes.


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"Portugal da liberdade"

O Presidente da República discursou após a atuação da Orquestra Mundana Refugi, com músicos vindos da Síria, da Palestina, do Congo, da Guiné, da Tunísia e de Cuba, entre outros, na Bienal.

A Orquestra Mundana Refugi "é um retrato daquilo que o Brasil é, que Portugal também gosta de ser, que é acolhimento de refugiados e de migrantes", vincou o chefe de Estado, salientando ainda sentir-se muito honrado por Portugal ser o país homenageado nesta edição da Bienal do Livro de São Paulo.

 "Portugal já não é só nem sobretudo o Portugal do passado, é o Portugal do futuro, é o Portugal da liberdade, é o Portugal da democracia, em que é possível ter um Presidente de direita com um Governo de esquerda", frisou Marcelo Rebelo de Sousa.

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