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Mais de três mil pessoas conseguiram fugir de Mariupol
Mundo 02.04.2022
Guerra na Ucrânia

Mais de três mil pessoas conseguiram fugir de Mariupol

Evacuações em cidades perto de Mariupol
Guerra na Ucrânia

Mais de três mil pessoas conseguiram fugir de Mariupol

Evacuações em cidades perto de Mariupol
Foto: AFP
Mundo 02.04.2022
Guerra na Ucrânia

Mais de três mil pessoas conseguiram fugir de Mariupol

Lusa
Lusa
A Cruz Vermelha prepara nova tentativa para retirar civis da cidade sitiada.

Mais de 3.000 pessoas conseguiram fugir de Mariupol nas últimas 24 horas em autocarros e viaturas particulares, disseram as autoridades ucranianas, enquanto a Cruz Vermelha prepara nova tentativa para retirar civis da cidade sitiada.


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Saída poderá estar relacionada com a alegada exposição das tropas russas a elevados índices de radiação.

"Os corredores humanitários trabalharam em três regiões: Donetsk, Lugansk e Zaporozhie. Conseguimos salvar 6.266 pessoas, incluindo 3.071 de Mariupol", disse o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, num vídeo divulgado na sexta-feira à noite.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.276 civis, incluindo 115 crianças, e feriu 1.981, entre os quais 160 crianças, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra provocou a fuga de mais de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 4,1 milhões de refugiados em países vizinhos e cerca de 6,5 milhões de deslocados internos.


Mariupol, Ucrânia
Cruz Vermelha disposta a liderar retirada de civis de Mariupol mas exige segurança
O organismo de ajuda humanitária internacional já tentou organizar retiradas de civis em diversas ocasiões, sem sucesso devido à falta de cessar-fogo e de condições de segurança.

A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

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O organismo sublinha que a maioria das vítimas civis morreu ou sofreu ferimentos devido ao uso de explosivos. A ONU teme que os números de vítimas da guerra na Ucrânia aumentem consideravelmente quando houver acesso a cidades cercadas ou a zonas até agora sob intensos combates.
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