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Mais de 10 mil pessoas morreram em atentados terroristas de jihadistas em 2018
Mundo 05.03.2019

Mais de 10 mil pessoas morreram em atentados terroristas de jihadistas em 2018

Mais de 10 mil pessoas morreram em atentados terroristas de jihadistas em 2018

Foto: REUTERS
Mundo 05.03.2019

Mais de 10 mil pessoas morreram em atentados terroristas de jihadistas em 2018

Os grupos talibãs foram os mais letais, com 2.493 mortos, seguidos pelo Estado Islâmico, que provocou 1.745 mortos, e o Boko Haram, com 1.225. O Afeganistão é o país com o maior número de atentados e de vítimas.

Mais de 10 mil pessoas foram assassinadas em atentados terroristas de cariz ‘jihadista’ em 37 países durante o ano de 2018, sendo que oito em cada dez vítimas estavam no Afeganistão, Irão, Síria, Nigéria e Somália, foi hoje revelado.

Os dados constam do Anuário de Terrorismo Jihadista de 2018, realizado pelo Observatório Internacional de Estudos sobre Terrorismo, impulsionado pelo Coletivo de Vítimas de Terrorismo do País Basco, que foi apresentado esta terça-feira em Madrid.


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Este sábado, a área em redor à Rockhal de Belval vai ser palco de explosões, tiros, pessoas em pânico e da intervenção das forças de segurança. Felizmente, será apenas um exercício, organizado pelo Alto Comissariado para a Proteção Nacional do Luxemburgo.

Os grupos talibãs foram os mais letais, com 2.493 mortos, à frente da organização terrorista Estado Islâmico, que provocou 1.745 mortos, e o Boko Haram, que vitimou mortalmente 1.225 pessoas, sendo o Afeganistão o país com maior número de atentados, 427, e de vítimas, 3.589.

O anuário concluiu que, apesar de o número de atentados ter subido 7% relativamente a 2017, o número de mortos diminuiu 23%. O ataque mais mortífero vitimou mortalmente 149 pessoas e foi perpetrado no Paquistão, o que é explicado, segundo os analistas, pelo “crescente interesse” do autoproclamado Estado Islâmico pelo centro, sul e sudeste da Ásia.


França presta homenagem às vítimas do atentado ao jornal Charlie Hebdo
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Em 2018, a Europa foi cenário de seis atentados que fizeram 13 mortos. Os atentados em território europeu foram cometidos por indivíduos “por conta própria”, com meios pouco sofisticados e escasso planeamento. Quanto ao "modus operandi" e aos objetivos dos ataques, o anuário distingue entre os atentados perpetrados por grupos talibãs e os cometidos pelo Estado Islâmico.

Os atentados de grupos talibãs tiveram como objetivo assassinar as forças de segurança (71%), e realizaram-se através de emboscadas, enquanto o artefacto explosivo foi o escolhido em seis em cada dez ações do Estado Islâmico.

Lusa


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