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Macron dirige-se ao país pelo Twitter através de um vídeo. "Estou a sair-me bem"
Mundo 19.12.2020 Do nosso arquivo online

Macron dirige-se ao país pelo Twitter através de um vídeo. "Estou a sair-me bem"

Macron dirige-se ao país pelo Twitter através de um vídeo. "Estou a sair-me bem"

Foto: AFP
Mundo 19.12.2020 Do nosso arquivo online

Macron dirige-se ao país pelo Twitter através de um vídeo. "Estou a sair-me bem"

O Presidente francês Emmanuel Macron reconheceu na sexta-feira ter de "abrandar" devido à covid-19, mas insistiu que está tudo a correr bem, num momento em que o número de mortes por coronavírus no país atingiu os 60 mil.

Macron está a trabalhar em isolamento a partir de uma residência oficial fora de Paris, depois de ter dado positivo na quinta-feira.

"Estou a sair-me bem. Tenho os mesmos sintomas de ontem: cansaço, dores de cabeça, tosse seca. Como centenas de milhares de outros de vós", afirmou Macron numa mensagem de vídeo publicada na sua conta do Twitter.

"A minha atividade está mais lenta devido ao vírus mas continuo a tratar de questões prioritárias como a epidemia ou, por exemplo, o Brexit", referiu o Presidente francês.

Foi na quinta-feira que Macron deixou o Palácio do Eliseu em Paris para a residência presidencial de La Lanterne, em Versalhes, fora da cidade, informou um funcionário. A sua esposa Brigitte, que deu negativo no teste, vai entretanto permanecer no Eliseu.

O Presidente francês afirmou que "voltará em breve" e acrescentou que não havia "nenhuma razão para crer que isto vai correr mal", ao mesmo tempo que acrescentou que estava sob supervisão médica.

A infeção de Macron também chegou num momento-chave das conversações entre a Grã-Bretanha e a UE para chegar a um acordo comercial pós-Brexit, com o relógio a contar até ao final do ano, que é quando Londres vai abandonar o mercado único.

O anúncio na quinta-feira de que Macron fora infetado com o vírus alterou as agendas políticas em França e em toda a Europa, com líderes da UE e funcionários franceses com quem se tinha encontrado nos últimos dias a cancelar eventos e a declararem estar em isolamento. Foi o caso dos chefes dos governos luxemburguês, português, espanhol e irlandês.

Não é claro onde Macron possa ter contraído o vírus, embora fontes presidenciais tenham afirmado que possa tê-lo apanhado enquanto participava na reunião da UE em Bruxelas no final da semana passada, onde os líderes tiveram 20 horas de negociações sem parar.

Para além da preocupação sobre possíveis infecções nesse encontro, o primeiro-ministro eslovaco, Igor Matovic, disse na sexta-feira que tinha dado positivo para a covid-19 depois de regressar de Bruxelas.

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