Juncker avisa: Brexit vai sair "muito caro" aos britânicos
Foto: AFP
Jean-Claude Juncker
O presidente da Comissão Europeia, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, disse aos cidadãos britânicos que irão pagar uma fatura "muito cara" pela sua decisão de retirar o Reino Unido da União Europeia.
Juncker avisa: Brexit vai sair "muito caro" aos britânicos
O presidente da Comissão Europeia, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, disse aos cidadãos britânicos que irão pagar uma fatura "muito cara" pela sua decisão de retirar o Reino Unido da União Europeia.
O presidente da Comissão Europeia, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, disse aos cidadãos britânicos que irão pagar uma fatura "muito cara" pela sua decisão de retirar o Reino Unido da União Europeia.
"Os britânicos devem saber que [o 'Brexit'] não será a custo reduzido ou a custo zero”, afirmou, acrescentando que devem, por isso, “respeitar os compromissos em cuja confeção tenham participado".
"Por isso, a fatura será muito cara", disse.
O antigo primeiro-ministro do Luxemburgo, Juncker afirmou que "será uma negociação difícil" e que levará "anos para se chegar a um acordo sobre as modalidades de saída e sobre a arquitetura futura das relações entre o Reino Unido e a UE".
Na semana passada, o Reino Unido e a União Europeia chegaram a acordo sobre os termos do divórcio. Mas nada é dado como certo. Além de Irlanda, Gibraltar e o período de transição estão a dar que falar. São precisas mais negociações.
O primeiro-ministro francês, Bernard Cazeneuve, e o presidente da Comissão Europeia, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, advertiram hoje o Reino Unido de que os termos de qualquer acordo de saída da União Europeia (Brexit) não serão melhores que ser Estado-membro.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse hoje que a União Europeia (UE) não está em perigo com a decisão do Reino Unido de abandonar o bloco europeu.
A saída anunciada da UE fez aumentar o número de pedidos de naturalização dos cidadãos britânicos que vivem no Luxemburgo e a procura de cursos de luxemburguês.
O primeiro-ministro do Luxemburgo, o presidente da Comissão Europeia e o ministro dos Negócios Estrangeiros são algumas das muitas personalidades políticas do Luxemburgo que lamentam a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).
Os presidentes das principais instituições europeias vão reunir-se hoje em Bruxelas para debaterem o resultado do referendo de quinta-feira, em que os eleitores britânicos decidiram que o Reino Unido deve sair da União Europeia (UE).
Manifestações dos "gilets jaunes" em França envolveram dezenas de milhares de pessoas, naquele que foi o décimo sábado consecutivo de protestos contra as políticas da administração francesa.
O número de migrantes desaparecidos após um naufrágio a 50 milhas da costa da Líbia subiu de 20 para 114, enquanto três foram resgatados e outros três morreram, anunciou hoje a Organização Internacional das Migrações (OIM) em Itália.
Milhares de "coletes amarelos" manifestaram-se hoje, pelo décimo sábado consecutivo, em toda a França, apesar do "grande debate" nacional iniciado pelo Presidente Emmanuel Macron, visando apaziguar o descontentamento popular que dura há dois meses.
O Parlamento e os britânicos vão conhecer na segunda-feira os próximos passos que o Governo pretende dar no processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE), após vários dias de reuniões entre a primeira-ministra e oposição.
Um jornalista do Républicain Lorrain foi agredido por um "colete amarelo". O caso teve lugar esta sexta-feira, enquanto fazia uma reportagem sobre uma manifestação em Longeville-lès-Saint-Avold, do lado da fronteira francesa, na região da Mosela.
Manifestações dos "gilets jaunes" em França envolveram dezenas de milhares de pessoas, naquele que foi o décimo sábado consecutivo de protestos contra as políticas da administração francesa.
O número de migrantes desaparecidos após um naufrágio a 50 milhas da costa da Líbia subiu de 20 para 114, enquanto três foram resgatados e outros três morreram, anunciou hoje a Organização Internacional das Migrações (OIM) em Itália.
Milhares de "coletes amarelos" manifestaram-se hoje, pelo décimo sábado consecutivo, em toda a França, apesar do "grande debate" nacional iniciado pelo Presidente Emmanuel Macron, visando apaziguar o descontentamento popular que dura há dois meses.
O Parlamento e os britânicos vão conhecer na segunda-feira os próximos passos que o Governo pretende dar no processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE), após vários dias de reuniões entre a primeira-ministra e oposição.
Um jornalista do Républicain Lorrain foi agredido por um "colete amarelo". O caso teve lugar esta sexta-feira, enquanto fazia uma reportagem sobre uma manifestação em Longeville-lès-Saint-Avold, do lado da fronteira francesa, na região da Mosela.