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Julian Assange: Fundador do WikiLeaks acusa Google de actuar sob interesses dos EUA
Mundo 25.09.2014 Do nosso arquivo online

Julian Assange: Fundador do WikiLeaks acusa Google de actuar sob interesses dos EUA

A Google está na mira de Julian Assange

Julian Assange: Fundador do WikiLeaks acusa Google de actuar sob interesses dos EUA

A Google está na mira de Julian Assange
Foto: AFP
Mundo 25.09.2014 Do nosso arquivo online

Julian Assange: Fundador do WikiLeaks acusa Google de actuar sob interesses dos EUA

O fundador do siteWikiLeaks, o australiano Julian Assange, acusou hoje o Google e o seu ex-presidente ErichSmichdt de actuarem sob os interesses do governo dos Estados Unidos, declarações feitas a partir de Londres em videoconferência.

O fundador do siteWikiLeaks, o australiano Julian Assange, acusou hoje o Google e o seu ex-presidente ErichSmichdt de actuarem sob os interesses do governo dos Estados Unidos, declarações feitas a partir de Londres em videoconferência.

Julian Assange, que anunciou em Agosto que iria "abandonar em breve" a embaixada do Equador em Londres, onde se encontra exilado há dois anos, apresentou o seu último livro "Quando o Google conheceu o WikiLeaks" numa apresentação feita à distância para a galeria de arte de Nova Iorque onde decorreu o evento ao qual assistiram centenas de pessoas.

O fundador do WikiLeaks sublinhou que aqueles que o acusam de ser "paranóico" e "traidor" têm comportamentos "ridículos" e ironizou sobre as vantagens de estar sob asilo na embaixada do Equador em Londres.

"Tenho mais tempo para mim, para pensar e para escrever este livro", disse.

Julian Assange não revelou, contudo, quando pretende abandonar a representação diplomática e apenas se limitou a falar do conteúdo do seu livro, no qual acusa o Google de se ter convertido numa nova forma de "colonização" ao "utilizar todas as sociedades como seu objectivo".

"A Google não vende um produto, as pessoas são esse produto. Parece uma organização inofensiva, um pátio de uma escola, mas não é", assegurou o Assange que considera que a empresa actua sob a influência da Agência de Segurança Nacional (NSA) e que "ordena, indexa e organiza a informação privada das pessoas".


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