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Joe Biden anunciou as prioridades para os primeiro 100 dias da sua presidência
Mundo 25.11.2020

Joe Biden anunciou as prioridades para os primeiro 100 dias da sua presidência

Joe Biden anunciou as prioridades para os primeiro 100 dias da sua presidência

Foto: AFP
Mundo 25.11.2020

Joe Biden anunciou as prioridades para os primeiro 100 dias da sua presidência

O futuro presidente norte-americano tenciona enviar ao Senado um projeto de lei que para proporcionar "um caminho para a cidadania a mais de 11 milhões de pessoas indocumentadas nos Estados Unidos".

O futuro presidente dos Estados Unidos revelou em entrevista à NBC na terça-feira alguns dos planos para os primeiros 100 dias à frente do país. Para além da elaboração de uma nova lei da imigração e de revogar as decisões de Donald Trump em matéria de ambiente, Joe Biden anunciou que vai enviar assistência aos governos estaduais e às principais zonas afetadas pela pandemia.

Na primeira entrevista à televisão desde que foi anunciado vencedor, o próximo inquilino da Casa Branca reconheceu, ainda assim, que precisa da cooperação do Congresso, onde vai enfrentar grande oposição dos republicanos. Espera-se obstáculos no que diz respeito à imigração, sobre a qual Biden diz querer enviar uma nova lei ao Senado para proporcionar "um caminho para a cidadania de mais de 11 milhões de pessoas indocumentadas nos EUA".

Biden também afirmou que tenciona inverter o que descreveu como "ordens executivas prejudiciais" assinadas por Trump, especialmente as relacionadas com o clima. Biden observou que a Agência de Protecção Ambiental (EPA) tinha sido "esventrada" pelo o atual presidente.

O democrata salientou ainda que vai assegurar que os governos estaduais e locais afetados pela pandemia recebam "assistência imediata", sem oferecer mais pormenores sobre a forma como tal seria feito.  

O democrata confirmou que em breve vai começar a receber relatórios diários dos serviços secretos, depois de a Administração dos Serviços Gerais ter aprovado o processo de transição na segunda-feira. Também salientou que a abordagem da administração Trump "tem sido sincera, e não de má vontade até agora", e que não espera "que o seja".

Finalmente, afirmou que não usaria o poder do seu gabinete para conduzir investigações federais contra Trump. "Não vou fazer o que este presidente faz e não vou usar o Departamento de Justiça como meu veículo para insistir em que algo aconteceu".

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