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Itália vai suspender professores e funcionários que não tenham certificado covid
Mundo 06.08.2021 Do nosso arquivo online
Pandemia

Itália vai suspender professores e funcionários que não tenham certificado covid

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Itália vai suspender professores e funcionários que não tenham certificado covid

Foto: dpa
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Itália vai suspender professores e funcionários que não tenham certificado covid

Se não o fizerem em cinco dias, deixam de poder entrar no local de trabalho e o salário será congelado. Os estudantes universitários também terão de apresentar o certificado para terem acesso às salas de aula.

O Governo italiano continua a agravar as restrições para conter esta vaga da pandemia e decidiu alargar a obrigatoriedade do certificado digital covid-19 a locais públicos como bares, restaurantes, cinemas e ginásios. Mas a principal novidade chega em setembro.

Com a abertura das escolas no princípio do ano letivo, os professores e pessoal não docente passam a ter de apresentar este comprovativo de vacinação, um teste ou um documento a comprovar que está recuperado da doença. Se não o fizerem em cinco dias, deixam de poder entrar no local de trabalho e o salário será congelado. Os estudantes universitários também terão de apresentar o certificado para terem acesso às salas de aula.

O Governo de Mario Draghi aprovou esta medida, que torna o certificado covid um instrumento indispensável para a vida quotidiana, na quinta-feira à noite após um longo dia de reuniões com o comité científico e os representantes das regiões. O ministro da Saúde, Roberto Speranza, defendeu esta iniciativa, que na prática é uma fórmula técnica para obrigar os profissionais da educação a serem vacinados e toda a população em geral, como garantia para o desenvolvimento de aulas presenciais após dois anos letivos de ensino à distância. A Itália foi o primeiro país europeu a tornar a vacinação obrigatória para médicos e profissionais de saúde dos setores público e privado.

O certificado vai passar a ser também exigido a partir de setembro para o acesso a comboios, aviões, barcos e autocarros de longo curso. No entanto, não será necessário para os transportes urbanos.

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