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Israel administra terceira dose da vacina anticovid a pessoas com 50 ou mais anos
Mundo 2 min. 14.08.2021
Covid-19

Israel administra terceira dose da vacina anticovid a pessoas com 50 ou mais anos

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Israel administra terceira dose da vacina anticovid a pessoas com 50 ou mais anos

Foto: AFP
Mundo 2 min. 14.08.2021
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Israel administra terceira dose da vacina anticovid a pessoas com 50 ou mais anos

Lusa
Lusa
Mais de 775 mil israelitas já receberam uma terceira dose, de acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde.

Israel começou hoje a administrar a terceira dose da vacina contra a covid-19 em pessoas com 50 ou mais anos, após reduzir a idade mínima para combater uma nova onda de contágios da variante Delta.

“A campanha de vacinação da população com 60 ou mais anos é um grande sucesso […]. É um passo importante na luta contra a variante Delta e convido todos os maiores de 50 anos a apresentarem-se [para a vacina]. Alinhem-se amanhã de manhã para se vacinarem”, disse o primeiro-ministro israelita, citado num comunicado, na noite de quinta-feira.

Naftali Bennett especificou que a decisão foi validada por uma comissão de especialistas.

Há duas semanas, o estado hebraico havia lançado uma campanha para permitir que as pessoas com 60 ou mais anos fossem inoculadas com uma terceira dose da vacina, principalmente da farmacêutica Pfizer/BioNTech.

Mais de 775 mil israelitas já receberam uma terceira dose, de acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde.

“Somos os primeiros a fazer isto no mundo”, disse o ministro da Saúde, Nitzan Horowitz, acrescentando que o país enfrenta uma “crescente disseminação da infeção”.


França avança com terceira e até quarta dose da vacina, em setembro
Cinco milhões de pessoas mais idosas e “de muito alto risco” vão começar a receber o reforço vacinal, a partir do próximo mês, em França. Cerca de 100 mil podem precisar de uma quarta dose.

Com 56 anos, Nitzan Horowitz, que recebeu hoje a terceira dose da vacina, realçou que espera evitar um regresso às medidas restritivas impostas pelo governo israelita, o que aconteceu por três vezes durante a pandemia.

“O confinamento é o último recurso, não é uma solução eficaz”, argumentou.

Entre as quatro instituições israelitas encarregadas de administrar a vacina, a principal fornecedora, Clalit, vacinou cerca de cinco mil pessoas com idades entre 50 e 60 anos na manhã de hoje, segundo o diretor de inovação do organismo e líder da comissão nacional de especialistas em covid-19, Ran Balicer.

O primeiro-ministro israelita pediu às quatro organizações de saúde que prolonguem a imunização para que as pessoas possam ser vacinadas “24 horas por dia, sete dias por semana”.

“O objetivo é duplicar a taxa de vacinação por semana”, disse, indicando que os médicos do Exército iriam ser destacados para ajudar na campanha de vacinação.

Israel foi um dos primeiros países a começar uma campanha massiva de vacinação, em meados de dezembro de 2020, através de um acordo com a Pfizer, que distribuiu milhões de doses em troca de informações sobre a eficiência e eficácia da vacina na população.

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