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Governo ucraniano diz que mais de 350 civis já foram mortos na invasão russa
Mundo 28.02.2022 Do nosso arquivo online
Guerra

Governo ucraniano diz que mais de 350 civis já foram mortos na invasão russa

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Governo ucraniano diz que mais de 350 civis já foram mortos na invasão russa

Foto: AFP
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Governo ucraniano diz que mais de 350 civis já foram mortos na invasão russa

Lusa
Lusa
As autoridades ucranianas informaram ainda que se registaram pelo menos 1.684 feridos, entre os quais 116 crianças.

O Ministério do Interior da Ucrânia disse no domingo que 352 civis ucranianos foram mortos durante a invasão russa, incluindo 14 crianças.

As autoridades ucranianas informaram ainda que se registaram pelo menos 1.684 feridos, entre os quais 116 crianças.


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A presidência ucraniana disse que Lukashenko . que está a ajudar nas negociações - prometeu que “todos os aviões, helicópteros e mísseis estacionados em território bielorrusso permanecerão no solo durante a viagem, as conversações e o regresso da delegação ucraniana”.

No comunicado do Ministério não foi indicado o número de baixas entre as forças armadas da Ucrânia.

A Rússia afirmou que as tropas têm como alvo apenas instalações militares ucranianas e disse que a população civil ucraniana não está em perigo.

Moscovo não divulgou qualquer informação sobre baixas entre as tropas.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades. A ONU deu conta de perto de 370 mil deslocados para a Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.


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O metro da capital foi transformado em refúgio para os moradores, pelo que não fornecerá mais serviços de transporte, por enquanto. "O metro entrou em modo de abrigo", disse o presidente da capital ucraniana.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

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