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França detém um alegado assassino do jornalista Jamal Khashoggi no aeroporto Charles-de-Gaulle
Mundo 07.12.2021
Justiça

França detém um alegado assassino do jornalista Jamal Khashoggi no aeroporto Charles-de-Gaulle

Justiça

França detém um alegado assassino do jornalista Jamal Khashoggi no aeroporto Charles-de-Gaulle

Foto: AFP
Mundo 07.12.2021
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França detém um alegado assassino do jornalista Jamal Khashoggi no aeroporto Charles-de-Gaulle

Lusa
Lusa
Khalid Alotaibi, de 33 anos, foi detido pela polícia de fronteira quando estava prestes a embarcar para Riade, informaram as autoridades francesas.

Um alegado membro do comando envolvido no assassínio do jornalista saudita Jamal Khashoggi - em 2018, em Istambul - foi detido esta terça-feira no aeroporto parisiense de Roissy Charles-de-Gaulle e colocado em detenção judicial.

Khalid Alotaibi, de 33 anos, foi detido pela polícia de fronteira quando estava prestes a embarcar para Riade, informaram as autoridades.

Alotaibi foi colocado em detenção judicial ao abrigo de um mandado de prisão internacional emitido pela Turquia, devendo ser agora apresentado ao gabinete de um procurador de Paris, que o notificará do mandado de detenção.


Cinco condenados à morte pelo assassinato de Khashoggi
Arábia Saudita condena cinco dos suspeitos pelo assassinato do jornalista opositor que desapareceu no consulado deste país na Turquia em 2018.

Khashoggi foi assassinado no consulado da Arábia Saudita em Istambul  

Jamal Khashoggi - o jornalista saudita que estava exilado nos Estados Unidos, onde escrevia uma coluna para o jornal The Washington Post, com fortes críticas ao regime do seu país – foi violentamente assassinado nas instalações do consulado da Arábia Saudita em Istambul, em 02 de outubro de 2018, por um comando de agentes de Riade

Depois de negar o assassínio, Riade acabou por admitir que a morte do jornalista fora cometida por diversos agentes sauditas que agiram por sua conta.

Após um julgamento na Arábia Saudita, muito criticado pela comunidade internacional, cinco sauditas foram condenados à morte e três a penas de prisão, mas, desde então, as sentenças de morte foram comutadas.

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