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Cerca de 54 mil pessoas protestaram em França contra passe sanitário e vacina
Mundo 16.01.2022
Covid-19

Cerca de 54 mil pessoas protestaram em França contra passe sanitário e vacina

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Cerca de 54 mil pessoas protestaram em França contra passe sanitário e vacina

Foto: AFP
Mundo 16.01.2022
Covid-19

Cerca de 54 mil pessoas protestaram em França contra passe sanitário e vacina

Lusa
Lusa
Poucas horas antes da manifestação, os deputados aprovaram a lei que transforma o passe sanitário num certificado de vacinação.

 Cerca de 54.000 pessoas protestaram ontem em França contra o passe sanitário e as vacinas para a covid-19, o que representa metade dos participantes dos protestos da semana passada, revelou o Ministério do Interior.

Na semana passada, os protestos registados em várias cidades francesas mobilizaram 105.200 pessoas, mas ontem a participação rondou os 54.000 manifestantes.

De acordo com a agência France-Presse, 10 pessoas foram interpeladas pelas autoridades durante os protestos.


Imagem da manifestação contra a lei covid que decorre esta tarde no Luxemburgo.
Quase 400 manifestantes cercados e 30 pessoas detidas
Os protestos contra as medidas covid reuniram cerca de 400 manifestantes que foram "confinados" pelas forças policiais. Entre os detidos, 16 vão responder por rebelião e lançamento de engenhos pirotécnicos contra a polícia.

Em Paris decorreram quatro protestos com cerca de 7.000 pessoas, dos quais 5.800 perfilavam ao lado de Les Patriotes, a formação do candidato de extrema-direita Florian Philippot às presidenciais.

Uma equipa de jornalistas da agência noticiosa francesa foi agredida e ameaçada de morte por manifestantes dos Les Patriotes e um agente de segurança que a protegia ficou ferido.

Poucas horas antes das manifestações , os deputados voltaram a aprovar um projeto de lei polémico, que transforma o passe sanitário num passe de vacinação, embora existam ainda pontos divergentes no documento entre o Senado e a Assembleia Nacional, que dará a palavra final no domingo.

A covid-19 provocou 5.519.380 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países.

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