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Exército ucraniano reclama reconquista de território em Kharkiv
Mundo 16.05.2022
Guerra na Ucrânia

Exército ucraniano reclama reconquista de território em Kharkiv

Militares ucranianos num veículo blindado numa estrada perto da aldeia de Petrivske, na região de Kharkiv.
Guerra na Ucrânia

Exército ucraniano reclama reconquista de território em Kharkiv

Militares ucranianos num veículo blindado numa estrada perto da aldeia de Petrivske, na região de Kharkiv.
Foto: Anatolii Stepanov/AFP
Mundo 16.05.2022
Guerra na Ucrânia

Exército ucraniano reclama reconquista de território em Kharkiv

Lusa
Lusa
O Exército ucraniano reclama a reconquista de território em Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, tendo conseguido que o "inimigo" recuasse até perto da fronteira da Rússia, disse esta segunda-feira o Ministério da Defesa de Kiev.

De acordo com uma nota do ministério publicada na plataforma digital Facebook, os "defensores ucranianos" mantêm com "êxito" a contra ofensiva em Kharkiv, levada a cabo pela Brigada 127 das Forças Armadas da Ucrânia. 

Por outro lado, o Alto Comando Militar da Ucrânia acrescenta que o "inimigo" (forças russas) concentra esforços para manter posições na região.


Governo ucraniano admite que guerra contra Rússia não tem fim rápido à vista
"Estamos a testemunhar um momento de viragem estratégico a favor da Ucrânia. Este processo vai levar algum tempo”, disse o ministro da Defesa aludindo à demora na chegada das armas dos parceiros ocidentais ao país.

A mesma nota refere que o Exército russo prossegue com a ofensiva na Zona Operacional do Leste da Ucrânia, em direção a Donetsk, onde atacou infraestruturas militares e civis estando a "preparar-se" para outra ofensiva na área de Izum. 

Segundo a mesma fonte, as tropas russas reforçaram o controlo na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia - nas regiões de Bryansk e Kursk - e atacaram com artilharia infraestruturas civis nas localidades de Dovhenke, Ruski Tyhki, Ternova e Petrivka.  

De acordo com as mesmas informações governamentais ucranianas, em Mariupol continuam os "ataques massivos" de artilharia e da aviação de combate da Rússia, sobretudo na zona da fábrica Azovstal onde se encontra o último bastião ucraniano na cidade portuária.  


Zelensky disponível para falar com Putin, mas sem ultimatos
Zelensky explicou que as negociações com Moscovo são complicadas porque "todos os dias os russos ocupam aldeias, muitas pessoas deixaram as casas, foram mortas pelos russos" e os cidadãos ucranianos estão a sofrer "torturas e assassínios".

Nas últimas 24 horas, as unidades de defesa da Ucrânia reclamam ter abatido "11 objetivos aéreos inimigos: dois helicópteros (Ka-52 e Mi-28), sete aparelhos voadores não tripulados (drones operacionais e táticos) e dois mísseis cruzeiro".

Os militares ucranianos indicam ainda que foram neutralizados dezasseis ataques russos em zonas próximas de Donetsk e Lugansk e que três tanques, um sistema de artilharia e seis veículos blindados de transporte de tropas foram destruídos. 

Tratam-se de informações militares de Kiev que ainda não foram confirmadas por fontes independentes. 

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A Força Aérea ucraniana garantiu ainda ter abatido "um helicóptero inimigo, três veículos aéreos não tripulados táticos operacionais [também conhecido por drones] e dois mísseis de cruzeiro", segundo a agência de notícias ucraniana Unian.