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EUA. Manifestante atropelada em Hollywood num protesto contra o racismo
Mundo 25.09.2020

EUA. Manifestante atropelada em Hollywood num protesto contra o racismo

EUA. Manifestante atropelada em Hollywood num protesto contra o racismo

Foto: AFP
Mundo 25.09.2020

EUA. Manifestante atropelada em Hollywood num protesto contra o racismo

Dois carros irromperam no meio de uma manifestação contra a decisão de um tribunal que não deu como culpados os agentes responsáveis pela morte de Breonna Taylor em março.

Enquanto uma multidão se manifestava nas ruas de Hollywood, em Los Angeles, duas viaturas irromperam no protesto que se realizou na quinta-feira contra a decisão de um tribunal no Kentucky de não considerar culpados de homicídio os agentes envolvidos na morte da cidadã afroamericana Breonna Taylor.

De acordo com o Los Angeles Times, citando as autoridades, o condutor de um dos veículos circulava pela Sunset Boulevar, pouco antes das 21, hora local, quando se envolveu numa altercação com os manifestantes acelerando e atropelando uma mulher que foi hospitalizada.

A alguns quarteirões dali, outro veículo passou por um cruzamento onde estava outro grupo de manifestantes. Depois de avançar várias dezenas de metros a grande velocidade, foi perseguido e bloqueado por uma pick-up. Os manifestantes tentaram tirar o condutor do veículo e bateram no carro com vários objetos. O condutor conseguiu esquivar-se e escapou. Ninguém ficou ferido neste incidente.

De acordo com a polícia, ambos os condutores foram identificados e estão sob investigação. O condutor envolvido no segundo incidente foi detido. Entretanto, na mesma noite, ocorreu um incidente semelhante em Denver, Colorado, onde um condutor embateu num grupo de manifestantes após ter sido cercado por quem protestava. Foi também detido pela polícia.

Breonna Taylor foi morta a tiro em março passado pela polícia que entrou no seu apartamento. Vários protestos eclodiram nos EUA logo depois do grande júri do Kentucky na quarta-feira ter decidido que dois dos oficiais que abriram fogo sobre Taylor tinham razão em alegar autodefesa. Além disso, o único oficial envolvido que foi despedido, Brett Hankison, foi acusado por três delitos pelo facto de forma disparar contra as casas dos moradores durante a operação mas não pela morte de Taylor.

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