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EUA colocam na 'lista negra' 100 aviões russos, incluindo jato de Abramovich
Mundo 18.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

EUA colocam na 'lista negra' 100 aviões russos, incluindo jato de Abramovich

Boeing da Aeroflot
Guerra na Ucrânia

EUA colocam na 'lista negra' 100 aviões russos, incluindo jato de Abramovich

Boeing da Aeroflot
AFP
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Guerra na Ucrânia

EUA colocam na 'lista negra' 100 aviões russos, incluindo jato de Abramovich

Lusa
Lusa
Uma centena de aviões russos, incluindo do empresário russo Roman Abramovich e os Boeing da Aeroflot, que recentemente violaram as sanções dos Estados Unidos à Rússia, foram hoje colocados na 'lista negra' do Departamento de Comércio norte-americano.

Washington proibiu a entrada na Rússia de aviões fabricados nos Estados Unidos ou com pelos menos 25% das peças produzidas em solo norte-americano, sem uma permissão específica, desde a imposição de sanções pelo Ocidente devido à invasão russa da Ucrânia.

No entanto, desde 02 de março, com base em informações disponíveis publicamente, o Departamento de Comércio "identificou vários voos comerciais e privados de terceiros países para a Rússia, todos propriedade ou controlados pela Rússia ou cidadãos russos".


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Este órgão governamental acrescentou, em comunicado, que estas aeronaves não podem beneficiar de reabastecimento, manutenção ou fornecimento de peças sobresselentes ou serviços.

"Estando impedido que estas aeronaves recebam qualquer serviço, inclusive do exterior, por exemplo", voos internacionais com origem na Rússia nestes aviões podem levar à imobilização dos aparelhos, acrescentou o Departamento de Comércio.

A lista inclui aviões da transportadora aérea russa Aeroflot, AirBridge Cargo, Utair, Nordwind, Azur Air e Aviastar, bem como o jato particular Gulfstream G650 de Abramovich, que também tem nacionalidade portuguesa.

"Publicamos esta lista para alertar o mundo que não permitiremos que empresas e oligarcas russos e bielorrussos viajem impunemente, violando as nossas leis", salientou a secretário do Comércio, Gina Raimondo, citada no comunicado.

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