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Eleições gerais na Nova Zelândia adiadas por quatro semanas
Mundo 17.08.2020 Do nosso arquivo online

Eleições gerais na Nova Zelândia adiadas por quatro semanas

Eleições gerais na Nova Zelândia adiadas por quatro semanas

Foto: AFP
Mundo 17.08.2020 Do nosso arquivo online

Eleições gerais na Nova Zelândia adiadas por quatro semanas

Lusa
Lusa
As eleições estavam inicialmente agendadas para 19 de setembro.

As eleições gerais na Nova Zelândia foram adiadas para 17 de outubro, quatro semanas depois da data inicialmente prevista, devido ao ressurgimento da pandemia de covid-19 no país, anunciou hoje a primeira-ministra, Jacinda Ardern.

As eleições estavam agendadas para 19 de setembro.

"Esta decisão dá a todos os partidos o tempo necessário para fazer campanha durante as próximas nove semanas e dá, à Comissão Eleitoral, tempo suficiente para assegurar que as eleições se podem realizar", declarou a primeira-ministra neozelandesa.


Primeira-ministra neo-zelandesa, Jacinda Ardern
Nova Zelândia ordena confinamento de lares de idosos
Auckland entra esta quarta-feira, 12 de agosto, no nível 03 das medidas de confinamento, o que significa que a população deverá ficar em casa e os bares e outros negócios terão de fechar portas.

A Nova Zelândia, que adotou um dos confinamentos mais rigorosos do mundo no início da pandemia, quando tinha cerca de 50 casos, tinha levantado as restrições em 09 de junho.

Na sexta-feira, o Governo da Nova Zelândia decidiu prolongar por mais 12 dias o confinamento em Auckland, a maior cidade do país, para combater o ressurgimento da covid-19.

Ardern tinha ordenado o restabelecimento do confinamento naquela cidade após o aparecimento de novos casos de infeção pelo novo coronavírus, ao fim de 102 dias sem registo de qualquer contágio local.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 766 mil mortos e infetou mais de 21,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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