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Depois dos bombardeamentos em Gaza: Israel quer apropriar-se de 400 hectares de terras na Cisjordânia
Mundo 31.08.2014

Depois dos bombardeamentos em Gaza: Israel quer apropriar-se de 400 hectares de terras na Cisjordânia

O território israelita continua a ganhar terreno palestiniano

Depois dos bombardeamentos em Gaza: Israel quer apropriar-se de 400 hectares de terras na Cisjordânia

O território israelita continua a ganhar terreno palestiniano
Foto: Arquivo LW
Mundo 31.08.2014

Depois dos bombardeamentos em Gaza: Israel quer apropriar-se de 400 hectares de terras na Cisjordânia

Israel pretende apropriar-se de 400 hectares de terras situadas na Cisjordânia ocupada, no sector de Belém, indicou hoje fonte do exército israelita.

Israel pretende apropriar-se de 400 hectares de terras situadas na Cisjordânia ocupada, no sector de Belém, indicou hoje fonte do exército israelita.

As autoridades israelitas anunciaram hoje o lançamento da ofensiva, argumentando que estes 400 hectares próximos da colónia de Gva’ot pertencem ao Estado de Israel, noticia a agência FrancePresse.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na sexta-feira ter aceitado pôr fim às hostilidades na Faixa de Gaza para salvaguardar recursos perante outras potenciais ameaças regionais.

Depois de várias tréguas unilaterais ou bilaterais, os dois campos acabaram por se entender na terça-feira sobre um cessar-fogo ilimitado, pondo fim a 50 dias de operação militar israelita "Margem Protetora", que causou 2.143 mortos palestinianos e 71 israelitas.

Benjamin Netanyahu pediu ao presidente da Autoridade Palestiniana, MahmudAbbas, com o qual afirmou manter "contactos regulares", para escolher entre as negociações de paz com Israel ou o movimento de resistência palestiniano Hamas.

O Hamas controla a Faixa de Gaza e a Autoridade Palestiniana governa a Cisjordânia. No início de Junho, Abbas formou um governo de união com o Hamas.

Novas conversações entre israelitas e palestinianos estão previstas no prazo de um mês.

Depois da reconciliação, em Abril, com a Organização de Libertação da Palestina (OLP), dominada pela Fatah de MahmudAbbas, o Hamas regressou ao primeiro plano da política palestiniana, desencadeando a cólera de Israel que recusa reconhecer a legitimidade do governo de união palestiniano.


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