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Covid-19. Reino Unido regista novo recorde com mais 786 mortes
Mundo 07.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Reino Unido regista novo recorde com mais 786 mortes

Covid-19. Reino Unido regista novo recorde com mais 786 mortes

Foto: AFP
Mundo 07.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Reino Unido regista novo recorde com mais 786 mortes

Lusa
Lusa
O Reino Unido registou mais 786 mortes de pessoas infetadas nas últimas 24 horas, elevando para 6.159 o número total de óbitos durante a pandemia da covid-19, indicou hoje o Ministério britânico da Saúde.

Na atualização dos dados feita hoje, o número de pessoas infetadas aumentou em 3.634 para 55.242 casos positivos. 

Na segunda-feira, o balanço diário tinha registado mais 439 mortes e 3.802 novas infeções relativamente ao dia anterior, um número inferior à média diária deste mês devido em parte à demora adicional dos registos de óbitos durante o fim de semana.

Os números das mortes referem-se a pacientes diagnosticados com covid-19 que morreram no hospital até às 17:00 de segunda-feira e são compilados a partir de dados das direções regionais de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. 

O número de pessoas infetadas é contabilizado de forma diferente e inclui os diagnósticos feitos até às 09:00 de hoje. 

Estas estatísticas não incluem mortes fora do hospital, como aquelas registadas em lares de idosos, e algumas podem não ser incluídas no balanço diário porque o registo dos óbitos pode demorar mais tempo, refere o ministério da Saúde. 

Um estudo publicado hoje pela Escola de Medicina da Universidade de Washington estimou que o Reino Unido poderá registar até 66.000 mortes de Covid-19 durante a primeira onda da atual pandemia, mais de um terço do número esperado de mortes na Europa, calculado em cerca de 151.680. 

Apesar de o número de mortes no Reino Unido ser atualmente inferior aos de Espanha, Itália e França, o Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde daquela universidade estima que seja apenas uma questão de lapso em termos de tempo, e que a curva sugere que a tendência continue a acentuar-se. 

A projeção foi feita com base num modelo matemático que teve em conta o número de casos, recursos hospitalares disponíveis e a distribuição etária dos óbitos em países como Itália, China e EUA.

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