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Covid-19. Eua com mais 450 mortos e quase 40 mil novos infetados
Mundo 25.08.2020

Covid-19. Eua com mais 450 mortos e quase 40 mil novos infetados

Covid-19. Eua com mais 450 mortos e quase 40 mil novos infetados

Foto: Cory Bush/U.S. Air/Planet Pix vi
Mundo 25.08.2020

Covid-19. Eua com mais 450 mortos e quase 40 mil novos infetados

Lusa
Lusa
Só o estado de Nova Iorque regista um maior número de mortes do que França ou Espanha.

Os Estados Unidos registaram 450 mortos e 37.594 infetados nas últimas 24 horas, de acordo com um contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Com este balanço diário, os EUA elevaram o número de óbitos para 177.215 e o de casos confirmados para 5.737.398.

Apesar de Nova Iorque não ser mais o estado com maior número de infeções, continua a ser aquele com mais mortes (32.887), mais do que em França ou Espanha.


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"O que digo aos meus filhos quando olham para mim com barrigas famintas, especialmente ao meu filho de 11 anos? Parte-me o coração. Eu sou o pai deles. É suposto eu alimentá-los", afirma um dos cidadãos que recorre à caridade. O Food Bank of New York calcula que haja centenas de milhares de pessoas a passar fome no coração económico dos Estados Unidos.

O Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde da Universidade de Washington estimou que por altura das eleições presidenciais agendadas para 03 de novembro os Estados Unidos terão ultrapassado as 255 mil mortes, com o número a subir para 310 mil a 01 de dezembro.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 809 mil mortos e infetou mais de 23,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.


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Esta descoberta poderá representar um revés para quem defende uma estratégia contra a atual pandemia sustentada na aquisição de uma presumível imunidade após a doença ser superada.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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