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Covid-19. China deteta cinco casos nas últimas 24 horas
Mundo 02.06.2020

Covid-19. China deteta cinco casos nas últimas 24 horas

Covid-19. China deteta cinco casos nas últimas 24 horas

Foto: AFP
Mundo 02.06.2020

Covid-19. China deteta cinco casos nas últimas 24 horas

Lusa
Lusa
A Comissão de Saúde da China indicou que os novos casos são todos oriundos do exterior.

A China diagnosticou cinco casos da covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram hoje as autoridades.

A Comissão de Saúde da China indicou que os novos casos são todos oriundos do exterior, e foram detetados nas províncias de Sichuan, Guangdong e Shaanxi, e no município de Xangai.

As autoridades de saúde informaram ainda que oito pacientes receberam alta nas últimas 24 horas, pelo que o número de pessoas infetadas ativas se fixou em 73, incluindo três em estado grave.

De acordo com os dados oficiais, desde o início da pandemia, a China registou 83.022 infetados e 4.634 mortos devido à covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Até ao momento, 78.315 pessoas tiveram alta.

As autoridades chinesas referiram que 745.613 pessoas que tiveram contacto próximo com infetados estiveram sob vigilância médica, 4.642 das quais permanecem sob observação.


Covid-19. Número de mortos aproxima-se dos 370 mil a nível mundial
Cerca de 2.5 milhões de pessoas foram considerados curadas.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 373 mil mortos e infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Cerca de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,9 milhões, contra mais de 2,1 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (mais de 163 mil, contra mais de 179 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num "grande confinamento" que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

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