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Covid-19. Brasil e EUA com mais de 2 mil mortos
Mundo 3 min. 11.06.2020

Covid-19. Brasil e EUA com mais de 2 mil mortos

Covid-19. Brasil e EUA com mais de 2 mil mortos

Foto: AFP
Mundo 3 min. 11.06.2020

Covid-19. Brasil e EUA com mais de 2 mil mortos

Redação
Redação
O continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, embora com menos mortes. 

 O Brasil registou 1.274 mortos e 32.913 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, totalizando 39.680 óbitos e 772.416 infetados desde o início da pandemia no país, informou hoje o executivo.

De acordo com o Ministério da Saúde brasileiro, a letalidade da covid-19 no país está hoje em 5,1%, estando ainda a ser investigada uma eventual ligação de 3.608 mortes com a covid-19.

Até ao momento, o Brasil registou a recuperação de 325.395 pacientes infetados, sendo que 407.341 doentes continuam sob acompanhamento.

O Brasil, segundo país do mundo com mais casos e o terceiro com mais vítimas mortais pela covid-19, soma 19 mortes e 367 casos por cada 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada de 210 milhões de pessoas.

São Paulo continua a ser o foco da pandemia no país, concentrando oficialmente 156.316 pessoas diagnosticadas e 9.862 vítimas mortais, sendo seguido pelo Rio de Janeiro, que tem hoje 74.373 infetados e 7.138 óbitos pela covid-19.

O governo de São Paulo, estado mais populoso e rico do Brasil, projetou hoje que possa terminar o mês com cerca de 20 mil mortos, tendo em conta a flexibilização do isolamento social, segundo disse à imprensa o coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus, o infeciologista Carlos Carvalho.

"Está projetado para até ao final de junho, dia 28, uma expectativa de 200 mil casos de infeção, variando entre 190 mil a 265 mil, se a população se mantiver com pelo menos 50% de isolamento social", disse Carvalho em conferência de imprensa, citado pelo jornal Estadão.

"A perspetiva de óbitos é que talvez cheguemos no final do mês, se continuarmos nessa mesma proporção, na faixa dos 20 mil ao final do mês, variando de 16 mil a 22 mil. Isso sempre mantendo essa faixa de isolamento", acrescentou o infeciologista.

São Paulo foi um dos estados que começou este mês a flexibilizar as medidas de isolamento social e a reabrir gradualmente a economia. Contudo, o governador daquela unidade federativa, João Doria, recuou hoje ao decidir que algumas cidades do interior do estado terão de voltar a adotar regras mais rígidas.

 EUA registam 1.082 mortos nas últimas 24 horas

Os Estados Unidos registaram 1.082 mortos devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 112.833 mil óbitos desde o início da pandemia, segundo a contagem realizada pela Universidade Johns Hopkins.

De acordo com os números contabilizados diariamente pela Universidade Johns Hopkins, sediada em Baltimore (leste), até às 20:30 de quarta-feira (01:30 de hoje em Lisboa) os Estados Unidos registam agora 1.999.313 de casos de contágio, sendo que cerca de 520 mil pessoas foram dadas como curadas.

O país continua a registar cerca de 20.000 novos casos diariamente.

Com meio milhão de testes realizados por dia, o país é neste momento o país com maior triagem, per capita.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 413 mil mortos e infetou quase 7,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.


Covid-19. Aumentou número de hospitalizações no Luxemburgo
O número de infetados desde o início da pandemia subiu assim para 4.049, dos quais 3.904 (+2) já recuperaram.

O Luxemburgo registou três novos casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, durante as quais foram feitos 2.289 testes de despistagem. 

O número de infetados desde o início da pandemia subiu assim para 4.049, dos quais 3.904 (+2) já recuperaram.

Em Portugal, morreram 1.497 pessoas das 35.600 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, embora com menos mortes.


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