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Covid-19. Alemanha regista 8.685 novas infeções nas últimas 24 horas
Mundo 2 min. 26.10.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Alemanha regista 8.685 novas infeções nas últimas 24 horas

Covid-19. Alemanha regista 8.685 novas infeções nas últimas 24 horas

Foto: Markus Schreiber/AP-Pool/dpa
Mundo 2 min. 26.10.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Alemanha regista 8.685 novas infeções nas últimas 24 horas

Lusa
Lusa
Este é um número muito abaixo do balanço de sábado (11.176), porque nem todos os estados federados comunicam os dados no fim de semana.

 A Alemanha registou 8.685 novas infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, um número muito abaixo do balanço de sábado (11.176), porque nem todos os estados federados comunicam os dados no fim de semana.

No entanto, o Instituto Robert Koch (RKI) de virologia já tinha assinalado que no sábado o número de novos positivos tinha disparado por incluir vários casos registados na quinta-feira, devido a um problema técnico no servidor, que levou a que os dados fossem comunicados tardiamente e não entrassem na contagem de sexta-feira. 

O número de novas infeções registadas esta segunda é o dobro dos 4.325 novos casos contabilizados na segunda-feira da semana passada. Segundo os dados do RKI atualizados, o número total de casos positivos desde a primeira infeção registada no país, no final de janeiro, é de 437.866, com 10.056 mortes, mais 24 que nas 24 horas anteriores. Cerca de 326.100 pessoas já recuperaram da doença.

Merkel que os próximos meses vão ser "muito difíceis"  

A chanceler alemã, Angela Merkel, avisou a Alemanha de que os próximos meses vão ser "muito difíceis". "Vamos ter meses muito, muito difíceis pela frente", alertou Merkel no domingo à tarde, numa conferência interna com os chefes do grupo parlamentar conservador dos estados federais, segundo a edição desta segunda-feira do jornal Bild.

A chanceler também admitiu estar preocupada com o encontro de dia 30 entre as autoridades regionais e disse não ter "um pressentimento muito bom". "Isto não pode continuar assim", considerou, referindo que os contágios deverão continuar a aumentar fortemente e que, pelo menos até fevereiro, será necessário renunciar a eventos de grandes dimensões, mesmo em espaços exteriores.

A chanceler considerou ainda que grande parte da responsabilidade pelo aumento das infeções foi "das viagens de férias". O jornal sublinha que Merkel não se referiu, em nenhum momento, a uma segunda paralisação da vida pública, mas deixou clara a sua convicção de que o vírus não pode ser controlado "por meios simples".

No sábado, Merkel apelou novamente à população para reduzir os contactos, dada a sua repercussão no aumento de infeções por coronavírus, e repetiu a mensagem transmitida num vídeo divulgado na semana passada, porque cada uma das palavras pronunciadas no podcast "continua a ter a mesma validade", defendeu.

Também o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, pediu, no domingo, à população que colabore para conter a pandemia, numa mensagem de vídeo gravada na sua casa, onde está de quarentena, após ter feito um teste que lhe indicou, na quarta-feira, estar infetado pelo coronavírus."Por favor, continuem a ajudar, não deem ouvidos a quem banaliza [a situação]. Isto é grave. Sabemos o que este vírus pode causar, precisamente em pessoas com doenças prévias e em idosos", defendeu.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e quase 42,7 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. 


Covid-19. Mais 491 novos casos e uma morte no Luxemburgo
O número de hospitalizados mantém-se igual aos últimos dois dias.

Recorde-se que no Luxemburgo, o  número de novos infetados , de acordo com as autoridades de saúde, baixou de 862 para 491, com 10.366 testes efetuados nas últimas 24 horas.  


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