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Comissão Europeia: Juncker pede aos 28 países da UE para acolherem mais 120 mil refugiados
Uma mulher e o seu filho, que seguiam esta quinta-feira num comboio entre Budapeste e Viena, foram retirados à força da carruagem pela polícia húngara, na fronteira entre a Hungria e a Áustria

Comissão Europeia: Juncker pede aos 28 países da UE para acolherem mais 120 mil refugiados

AFP
Uma mulher e o seu filho, que seguiam esta quinta-feira num comboio entre Budapeste e Viena, foram retirados à força da carruagem pela polícia húngara, na fronteira entre a Hungria e a Áustria
Mundo 03.09.2015

Comissão Europeia: Juncker pede aos 28 países da UE para acolherem mais 120 mil refugiados

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker vai propor aos estados-membros da União Europeia (UE) que recebam mais 120 mil refugiados, noticia esta quinta-feira o jornal espanhol El País.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker vai propor aos estados-membros da União Europeia (UE) que recebam mais 120 mil refugiados, noticia esta quinta-feira o jornal espanhol El País.

Dos 40 mil refugiados que, em Maio, as autoridades europeias propuseram distribuir pelos 28 países da UE, a Comissão Europeia prevê agora um aumento para 120 mil pedidos de asilo, três vezes mais.

França e Alemanha querem "quotas obrigatórias" para acolher refugiados

Entretanto, a Alemanha e a França decidiram apresentar aos outros estados-membros uma “iniciativa comum” para a imposição de quotas obrigatórias para o acolhimento de refugiados pelos países europeus, anunciou hoje a chanceler alemã, Angela Merkel.

“Falei esta manhã com o Presidente francês e a posição franco-alemã, que transmitirei às instituições europeias, é que estamos de acordo com a necessidade de quotas obrigatórias dentro da União Europeia para partilharmos a responsabilidade. É esse o princípio da solidariedade”, disse Merkel à imprensa, durante uma visita a Berna.

A presidência francesa emitiu por seu lado um comunicado em Paris anunciando a iniciativa conjunta e precisando que ela inclui medidas sobre a organização do acolhimento de refugiados, a sua “justa repartição” pelos países europeus, a harmonização de normas para reforçar o sistema de asilo europeu e o regresso dos imigrantes irregulares aos respetivos países.


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