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Cerca de 20 mil combatentes estrangeiros já se voluntariaram para ajudar Ucrânia
Mundo 06.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Cerca de 20 mil combatentes estrangeiros já se voluntariaram para ajudar Ucrânia

Os voluntários foram convidados a candidatarem-se nas embaixadas ucranianas nos seus respetivos países.
Guerra na Ucrânia

Cerca de 20 mil combatentes estrangeiros já se voluntariaram para ajudar Ucrânia

Os voluntários foram convidados a candidatarem-se nas embaixadas ucranianas nos seus respetivos países.
Foto: AFP
Mundo 06.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Cerca de 20 mil combatentes estrangeiros já se voluntariaram para ajudar Ucrânia

Lusa
Lusa
O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) da Ucrânia, Dmytro Kouleba, disse este domingo que cerca de 20 mil combatentes estrangeiros já se voluntariaram para ajudar o seu país a lutar contra a Rússia.

"Neste momento, o seu número é de cerca de 20 mil, principalmente de países europeus", afirmou Dmytro Kouleba no canal de televisão americano CNN.

Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, "muitas pessoas odiaram a Rússia" durante anos, mas não se atreveram a opor-se-lhe.


Os ataques provocaram a fuga de mais de 1,5 milhões de pessoas para os países vizinhos.
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As autoridades ucranianas apresentaram números muito mais elevados.

"Quando as pessoas viram que os ucranianos estavam a lutar, que não estavam a desistir, isso empurrou-os para se juntarem à luta", acrescentou.

Sublinhando que "compreende esta necessidade de lutar" contra a Rússia, o diplomata ucraniano destacou que "mais importante" do que isso era obter assistência "política, económica e militar" do resto do mundo, especialmente "para a defesa aérea".

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou no final de fevereiro a criação de uma "legião internacional" de combatentes estrangeiros para ajudar a repelir a invasão russa.

Os voluntários foram convidados a candidatarem-se nas embaixadas ucranianas nos seus respetivos países.

A Dinamarca tinha dado luz verde aos seus nacionais, tal como a Secretária dos Negócios Estrangeiros britânica, Liz Truss. Mas o Chefe do Estado-Maior da Defesa britânico, Almirante Tony Radakin, disse hoje que era "ilegal e desnecessário" que os britânicos fossem e lutassem na Ucrânia.


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O primeiro-ministro da Turquia, o Presidente francês e o chanceler alemão conversaram este domingo com o presidente russo, apelando a um cessar-fogo.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.

Os ataques provocaram também a fuga de mais de 1,5 milhões de pessoas para os países vizinhos, de acordo com a ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

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