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Casal Zelensky. “A nossa relação está em pausa” devido à guerra
Mundo 7 30.06.2022
Guerra Ucrânia

Casal Zelensky. “A nossa relação está em pausa” devido à guerra

Guerra Ucrânia

Casal Zelensky. “A nossa relação está em pausa” devido à guerra

Mundo 7 30.06.2022
Guerra Ucrânia

Casal Zelensky. “A nossa relação está em pausa” devido à guerra

Redação
Redação
“Nós como todas as famílias estamos à espera de nos reunirmos outra vez”, declara a mulher do presidente ucraniano numa entrevista onde fala dos filhos e do seu sofrimento.

A primeira dama da Ucrânia, Olena Zelenska revela o sofrimento que ela e os filhos estão a viver nestes cinco longos meses de invasão russa, que obriga a vidas separadas com encontros furtivos e pouco frequentes com o marido, o presidente Zelesnky.

"É muito difícil aguentar cinco meses", confessou a primeira-dama numa entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN, emitida na terça-feira. Cinco meses se passaram e ainda "não conseguimos ver fisicamente e psicologicamente o fim do nosso sofrimento", declarou referindo-se a todos os ucranianos.

O casal esteve dois meses sem se ver no início da guerra e atualmente continuam separados, mas já se conseguem ver de quando em quando, embora sempre por muito pouco tempo. “Não é uma relação normal, uma situação normal em que os filhos não possam estar com os pais e só falar com eles por telefone”, conta Zelesnka.

"A nossa relação está em pausa, assim como a de todos os ucranianos", precisou a primeira-dama da Ucrânia que anseia pelo fim da guerra.

"Nós, assim como todas as famílias, esperamos para nos reunirmos, para estarmos juntos novamente”. Zelenska estima que metade das famílias ucranianas foram separadas pelo conflito.

"Criamos os filhos para a paz"

O casal presidencial tem dois filhos Oleksandra, de 17 anos e Kyrylo, de nove anos. Mesmo do mais novo, já "pouco consegue esconder sobre a guerra" e “não vou escondê-lo”. Kyrylo, como muitos meninos interessa-se pelos desenvolvimentos militares, ou a “a chegada de armamento" à Ucrânia oferecido pelos outros países.

“Por um lado, nele continua a existir o sonho de um menino sobre os atos heroicos, mas por outro é muito triste o meu filho estar a crescer assim. Criamos os nossos filhos para a paz e não para guerra”, lembra esta mãe. 

“Queremos ver o futuro deles sem guerra”, adianta a primeira-dama que anseia para que o conflito termine e “por um futuro pacífico em que possamos a ter a nossa vida” em paz.

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