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Bombardeamento russo em larga escala toda a região de Lugansk
Mundo 2 min. 28.06.2022
Guerra na Ucrânia

Bombardeamento russo em larga escala toda a região de Lugansk

Escola destruída em Lisichansk, na região de Lugansk
Guerra na Ucrânia

Bombardeamento russo em larga escala toda a região de Lugansk

Escola destruída em Lisichansk, na região de Lugansk
AFP
Mundo 2 min. 28.06.2022
Guerra na Ucrânia

Bombardeamento russo em larga escala toda a região de Lugansk

Lusa
Lusa
O exército russo bombardeou em larga escala toda a região de Lugansk, no leste da Ucrânia, nas últimas horas, com maior incidência no enclave de Lisichansk, sob controlo ucraniano junto à fronteira com a Rússia.

O chefe da administração militar da região de Lugansk, confirmou os “bombardeamentos em larga escala” numa mensagem publicada no Telegram.

"Dois residentes foram mortos. Uma das mulheres morreu num hospital em Kramatorsk. Outra mulher foi encontrada morta em Lisichansk", disse Serhii Haidai.

De acordo com Serhii Haidai, os russos também atacaram "deliberadamente" duas pontes e um túnel, que ficaram destruídos. O exército russo "atacou um mercado, mais uma vez um local com muitos civis. Os russos estão a arrasar os moradores da região de Lugansk", sublinhou.

Nas últimas horas, os ataques causaram muitos danos em prédios com vários andares e outras casas, adiantou. “Alguns bairros de Lisichansk foram bombardeados várias vezes”, disse o chefe militar, acrescentando que sempre que possível são feitas buscas nos prédios danificados para tentar encontrar vítimas.

Presidente da Indonésia a caminho de Kiev 

Joko Widodo, que participou na cimeira do grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G7), na segunda-feira, na Alemanha, já está a caminho de Kiev, disse a ministra dos Negócios Estrangeiro indonésio, Retno Marsudi, que acompanha o chefe de Estado, numa mensagem vídeo.

Depois da visita à Ucrânia e do encontro com Volodymyr Zelensky, o líder indonésio segue para a Rússia, onde se vai encontrar com o Presidente, Vladimir Putin, na quinta-feira, tornando-se no primeiro líder asiático a visitar os dois países desde o início da invasão.

O líder indonésio abordou questões globais decorrentes do conflito na Europa, durante várias reuniões bilaterais com líderes presentes na cimeira de Munique, incluindo o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o Presidente francês, Emmanuel Macron.

"Em quase todas as reuniões bilaterais, foram discutidas questões relacionadas com a guerra na Ucrânia e o impacto na cadeia global de abastecimento alimentar", disse Marsudi, na mesma mensagem, divulgada nas redes sociais.

O Presidente indonésio "pediu unidade" para resolver estes problemas, que podem "causar sofrimento" a milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, salientou a diplomata. Antes de partir no domingo, Widodo disse que ia pedir a Zelensky e Putin um cessar-fogo imediato e procurar um acordo de paz através do diálogo.

Apesar da pressão de países como os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália para que Putin não participe na cimeira das 20 maiores economias do mundo, entre 11 e 13 de novembro, na ilha de Bali, a Indonésia manteve até agora o convite ao líder russo.

Em abril, o Presidente indonésio, popularmente conhecido como Jokowi, alargou o convite do G20 a Zelensky e declarou que a Indonésia está pronta para "contribuir para o esforço de paz".

A Rússia foi expulsa na década passada do grupo de economias industrializadas então conhecido como G8, rebatizado G7, na sequência da invasão da península da Crimeia, na Ucrânia, em 2014.

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O presidente ucraniano falou também com o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, que se encontrou, no sábado, em Moscovo, com o Presidente russo, Vladimir Putin, para discutir a situação na Ucrânia. Bennett é um dos líderes mundiais que ainda não condenou a invasão.
Manifestação de apoio à Ucrânia este sábado, na Califórnia.