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Bettel na Ucrânia. "Nada pode descrever o horror que aconteceu aqui"
Mundo 21.06.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

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Bettel na Ucrânia. "Nada pode descrever o horror que aconteceu aqui"

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Bettel na Ucrânia. "Nada pode descrever o horror que aconteceu aqui"

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
O primeiro-ministro, Xavier Bettel, está na Ucrânia nesta terça-feira e visitou várias cidades destruídas pelo conflito.

O primeiro-ministro, Xavier Bettel, está na Ucrânia. A visita só foi anunciada já após a chegada à capital, devido a questões de segurança. 

Ao pisar Kiev, Bettel foi recebido por Emine Dzhaparova, vice-Ministra dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia. Entretanto, já esteve em alguns locais que foram afetados pelo conflito, que dura desde fevereiro, e partilhou nas redes sociais "o horror" que testemunhou. 

Em Borondianka, nos arredores de Kiev, o primeiro- ministro encontrou uma cidade deserta, que "sofreu até à destruição total pela agressão russa e "é hoje um símbolo de crueldade e violência sem sentido. Nada pode descrever o horror do que aconteceu aqui", escreveu no Twitter. 

Em Irpin, Bettel optou por saudar "a memória das vítimas nas cidades "heróicas", como os ucranianos decidiram chamar-lhes". Também fez questão de realçar a admiração pela "coragem das mulheres e dos homens que estão no processo de trazer estas cidades de volta à vida depois da barbárie". 

Em Bucha, uma das cidades mais destruídas pela invasão russa, o governante terá ficado particularmente tocado pelos relatos das atrocidades cometidas. "Sem palavras para descrever a inimaginável tragédia humana de Bucha. Podem contar com o Luxemburgo para apoiar as investigações dos atores nacionais e internacionais sobre estes crimes de guerra, e para assegurar que os responsáveis por estas atrocidades sejam identificados, processados e punidos", garantiu. 

O Luxemburgo tem mantido uma apoio constante ao país, desde o início da guerra. Bettel voltou a reiterar essa ligação. "Enquanto a guerra da Rússia durar, o Luxemburgo estará com a Ucrânia", garantiu. 

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