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Alterações climáticas: Ban Ki-moon pede ao G20 que siga exemplo dos EUA e China e ratifique acordo de Paris

Alterações climáticas: Ban Ki-moon pede ao G20 que siga exemplo dos EUA e China e ratifique acordo de Paris

Mundo 04.09.2016

Alterações climáticas: Ban Ki-moon pede ao G20 que siga exemplo dos EUA e China e ratifique acordo de Paris

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu hoje aos membros do G20 para ratificarem o acordo para combater as alterações climáticas alcançado na Cimeira do Clima de Paris (COP21), como fizeram no sábado os EUA e China.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu hoje aos membros do G20 para ratificarem o acordo para combater as alterações climáticas alcançado na Cimeira do Clima de Paris (COP21), como fizeram no sábado os EUA e China.

"Insto a todos os líderes, particularmente os da cimeira do G20, a mostrarem a sua liderança, acelerando os seus processos de ratificação internos, para que possamos transformas as aspirações em acções transformadoras de que o mundo necessita urgentemente”, disse Ban Ki-moon em conferência de imprensa em Hangzhou (China).

Esta cidade acolhe a partir de hoje a cimeira dos líderes do G20, na qual Ban Ki-moon participará pela última vez como secretário-geral da ONU antes de deixar o cargo no final do ano.

O dirigente das Nações Unidas recomendou aos presidentes das principais economias desenvolvidas e emergentes do planeta que formam o grupo dos 20 para aproveitarem o “impulso” dado pela ratificação do acordo pelos Estados Unidos e China, os dois maiores emissores de gases poluentes.

Os presidentes norte-americano e chinês, Barack Obama e Xi Jinping, oficializaram, no sábado, em Hangzhou, na presença do máximo responsável da ONU, o seu compromisso para com o acordo de Paris e com a luta contra o aquecimento global.

Graças a estes dois apoios, sublinhou Ban Ki-moon, o acordo da COP21 já foi ratificado por 26 dos quase 200 países que se comprometeram a cumpri-lo, e que representam 39 % das emissões mundiais de gases contaminantes, pelo que é preciso a ratificação de outros 29 países, que representam outros 16% das emissões, para que entre em vigor.

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