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A greve pelo clima em todo o mundo

A greve pelo clima em todo o mundo

Foto: AFP
Mundo 18 2 min. 15.03.2019

A greve pelo clima em todo o mundo

Veja aqui imagens das manifestações que se realizaram dos Estados Unidos a Hong Kong, passando por Portugal, Espanha, França, Grécia, Áustria, Suécia, entre outros.

As greves pelo clima marcaram esta sexta-feira um pouco por todo o mundo. De Portugal aos Estados Unidos, passando por Espanha, França, Grécia, Suécia, Estados Unidos ou Hong Kong, as manifestações dos estudantes deixaram bem vincada uma mensagem de defesa do Planeta e de maior exigência para que todos, sobretudo os dirigentes políticos, façam mais pelo clima.

Em Lisboa, milhares de estudantes estiveram desde as 11:00 a desfilar do Largo Camões até à Assembleia da República, em Lisboa, num protesto para exigir dos políticos ações contra as alterações climáticas e no qual gritaram que “não há planeta B”.

Empunhando cartazes onde se lê “A Terra esgotou a sua paciência e nós também”, “Justiça climática já”, ou ainda “Estado de Emergência”, os jovens desfilam e gritam palavras de ordem entre as quais a mais reclamada é: “Não há Planeta B”.

Entre as várias mensagens espalhadas ao longo da marcha encontravam-se também cartazes com palavras em inglês como por exemplo “We are skipping our lessons to teach you one (estamos a faltar às aulas para te dar uma [aula].

Pelas 11:45, os estudantes chegaram à Assembleia da República onde estiveram concentrados junto à escadaria num protesto ruidoso.

António Tonga, 25 anos, um dos muitos estudantes que hoje se associaram a este protesto disse à Lusa que o problema das alterações climáticas está a tornar-se secundário “temos de olhar para as alterações climáticas como um problema incontornável que vai boicotar o futuro de todos, por isso pedimos a ajuda dos políticos para resolver um problema que já devia ser resolvido há muito tempo”.

"Não podemos ter o futuro hipotecado, temos de salvar o planeta”, retorquiu.

Também Mónica Vicente de 21 anos, que veio de Aveiro com os amigos para estar presente no desfile em defesa do clima, afirmou à Lusa que se tem “de mudar a forma como se trata o planeta, isso só se muda se mudarmos o sistema capitalista”.

Os estudantes juntaram-se hoje no Largo do Camões, em Lisboa, onde cerca das 11:00 começaram a desfilar em direção à Assembleia da República.

Empunhando cartazes onde se lê “A Terra esgotou a sua paciência e nós também”, “Justiça climática já”, ou ainda “Estado de Emergência”, os jovens desfilam e gritan palavras de ordem entre as quais a mais reclamada é: “Não há Planeta B”.

Entre as várias mensagens espalhadas ao longo da marcha encontravam-se também cartazes com palavras em inglês como por exemplo “We are skipping our lessons to teach you one (estamos a faltar às aulas para te dar uma [aula].

Esta greve estudantil mundial tem como lema "fazer greve por um clima seguro" e culmina uma série de manifestações semanais iniciadas no ano passado pela sueca Greta Thunberg, 16 anos, nomeada para o prémio Nobel da paz.

Em Portugal decorreram protestos durante a manhã em mais de 20 cidades.

Com Lusa

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