Escolha as suas informações

100 mortos na sala de espetáculos Bataclan
Mundo 14.11.2015 Do nosso arquivo online
Paris/Atentados

100 mortos na sala de espetáculos Bataclan

Paris/Atentados

100 mortos na sala de espetáculos Bataclan

Foto: AFP
Mundo 14.11.2015 Do nosso arquivo online
Paris/Atentados

100 mortos na sala de espetáculos Bataclan

O número de mortos do ataque terrorista à sala de espetáculos Bataclan, em Paris, já ascende a 100, informaram fontes policiais, depois de terminada a operação de resgate dos reféns.

O número de mortos do ataque terrorista à sala de espetáculos Bataclan, em Paris, já ascende a 100, informaram fontes policiais, depois de terminada a operação de resgate dos reféns.

O presidente francês, François Hollande, está a caminho do Bataclan, para se inteirar da situação. Quando o Bataclan foi atacado estavam cerca de 1.500 pessoas a assistir a um concerto. Durante ao assalto policial foram mortos três presumíveis terroristas.

O Bataclan é um dos grandes teatros parisienses, com uma capacidade para albergar cerca de 1.500 pessoas sentadas.

Situado a leste da capital francesa, perto do canal Saint-Martin e do local onde um polícia foi morto nos atentados contra o semanário satírico Charlie Hebdo em janeiro passado, a sala de espetáculos acolheu na sexta-feira um concerto da banda de rock Eagles Of Death Metal.

Desde o seu renascimento na década de 1970, o teatro tornou-se um local popular das noites parisienses, onde já atuaram várias estrelas da música francesa e internacional como Lou Reed, Prince, Oasis, ou Stromae.

Construído em 1864 com o nome Grande Café Chinês – Teatro Bataclan, a sala de espetáculos ressurgiu em 1952, como Ba-ta-clan, numa referência a uma opereta de Offenbach, e é hoje classificado como monumento histórico.

Vários ataques registados hoje à noite, em Paris, provocaram a morte a pelo menos 100 pessoas, segundo fontes policiais.

O Presidente francês, François Hollande, já anunciou o estado de emergência e o encerramento das fronteiras de França na sequência do que classificou de "ataques terroristas sem precedentes" no país.