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Xavier Bettel. "Patrões não poderão obrigar empregados a tomar a vacina"
Luxemburgo 10.02.2021

Xavier Bettel. "Patrões não poderão obrigar empregados a tomar a vacina"

Xavier Bettel. "Patrões não poderão obrigar empregados a tomar a vacina"

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Luxemburgo 10.02.2021

Xavier Bettel. "Patrões não poderão obrigar empregados a tomar a vacina"

Diana ALVES
Diana ALVES
A estratégia de vacinação foi o tema central de uma reunião entre o primeiro-ministro e a ministra da Saúde, três centrais sindicais e a União das Empresas Luxemburguesas (UEL).

A informação não é nova, mas o primeiro-ministro, Xavier Bettel, volta a lembrar: a vacinação contra a covid-19 é voluntária e os patrões não poderão obrigar os empregados a tomar a vacina.

A estratégia de vacinação foi o tema central de uma reunião entre o líder do Executivo, a ministra da Saúde, Paulette Lenert, e as centrais sindicais OGBL, LCGB e CGFP, assim como a União das Empresas Luxemburguesas (UEL). Na reunião por videoconferência, Xavier Bettel insistiu que a vacina não é obrigatória e que deve, isso sim, ser encorajada através da sensibilização e informação. 

Do lado dos parceiros sociais, sindicatos e UEL mostraram-se disponíveis para participar ativamente na campanha de vacinação, promovendo-a junto dos seus membros. Embora não tenham sido revelados mais detalhes, um comunicado enviado às redações indica que na reunião "foram apresentadas pistas para facilitar a vacinação no seio das empresas".


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A campanha de vacinação no Luxemburgo arrancou em dezembro e está prevista ter seis fases. Até agora, segundo o último balanço diário do Ministério da Saúde, já foram administradas cerca de 18.000 doses da vacina no país, embora sejam apenas cerca de 4.000 as pessoas que já tomaram a segunda dose do medicamento. 


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De acordo com Bettel e Lenert, o principal entrave continua a ser o stock de vacinas, já que o número de doses disponíveis é "reduzido". A saúde mental dos trabalhadores foi outro dos temas discutidos na reunião, com os parceiros sociais a frisarem que "a mistura cada vez mais pronunciada entre vida profissional e vida privada resultante do desenvolvimento do teletrabalho é um dos fatores encarados como negativos".  

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