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Variantes. Britânica é responsável por 52% das infeções, enquanto a sul-africana cresce "preocupantemente"
Luxemburgo 05.03.2021

Variantes. Britânica é responsável por 52% das infeções, enquanto a sul-africana cresce "preocupantemente"

Variantes. Britânica é responsável por 52% das infeções, enquanto a sul-africana cresce "preocupantemente"

Foto:Guy Jallay/Luxemburger Wort
Luxemburgo 05.03.2021

Variantes. Britânica é responsável por 52% das infeções, enquanto a sul-africana cresce "preocupantemente"

A mutação da covid-19 foi identificada em mais de metade dos casos diagnosticados na última semana. O Laboratório Nacional de Saúde alerta para a rápida progressão e para a presença cada mais frequente da estirpe sul-africana entre os novos infetados.

Sem sinais da variante brasileira, o Grão-Ducado continua a debater-se contra a a estirpe original chinesa, a britânica e a sul-afriacana, apesar das restrições à entrada e saída de passageiros pela via aérea conjugado com o encerramento do setor da restauração e a proibição de ajuntamentos dentro ou fora de casa. De facto, nesta sétima semana do ano, as equipas do Laboratório Nacional de Saúde (LNS) descobriram que mais uma vez, a variante brasileira não foi detetada nas 272 amostras sequenciadas. 

Apesar do relatório do LNS só ter por base 7,7% dos novos casos diagnosticados, mostra que a variante britânica B 117 foi encontrada em mais de metade dos infetados, correspondendo a uma percentagem de 52.6%. Identificada pela primeira vez a 19 de dezembro, a estirpe é mais infeciosa que a versão orginal do coronavírus que começou a espalhar-se há sensivelmente um ano. Tendo em conta a análise semanal da população infetada, o LNS alerta para a rápida progressão da estirpe entre a população que reside no Grão-Ducado.

Nova ameaça

De qualquer forma, se comparar-mos as conclusões dos especialistas com a semana passada, notamos que, ainda assim, a incidência nos novos casos recuou. De facto, a estirpe britânica tinha sido detectado em 54% das amostras. Cada vez mais frequente nos novos casos, a estirpe sul-africana, por sua vez, está em amplo crescimento. Identificada em 22,7% dos casos, esta variante  aumentou "preocupantemente", já que só tinha sido identificada em 10,7% dos testes positivos que serviram de base às conclusões do LNS. 

Os dados chegam poucas horas antes da conferência de imprensa do Governo sobre a situação do país. Podem mesmo influenciar as escolhas futuras do Executivo luxemburguês em termos de saúde, alívio ou apertar das restrições.


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