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Vacinas covid-19. Ministra da Saúde garante que pedidos do médico de família são respeitados
Luxemburgo 29.04.2021

Vacinas covid-19. Ministra da Saúde garante que pedidos do médico de família são respeitados

Vacinas covid-19. Ministra da Saúde garante que pedidos do médico de família são respeitados

Foto: Chris Karaba/Luxemburger Wort
Luxemburgo 29.04.2021

Vacinas covid-19. Ministra da Saúde garante que pedidos do médico de família são respeitados

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O Luxemburgo ainda se encontra numa situação em que as vacinas contra a covid-19 estão limitadas. Daí não ser possível que as pessoas que querem ser vacinadas possam escolher a marca de vacina que lhes é administrada quando chegam ao centro de vacinação.

A ministra da Saúde, Paulette Lenert, reage assim numa resposta parlamentar à polémica à volta dos pareceres dos médicos de família que não são alegadamente tidos em conta pelos médicos presentes nos centros de vacinação.

A Associação dos Doentes (Patientevertriedung, em luxemburguês) e a União Luxemburguesa do Consumidor (ULC) denunciaram há duas semanas, casos de doentes vulneráveis a queixarem-se da forma como são tratados nos centros de vacinação, nomeadamente no que toca à marca da vacina a administrar.


Centro de vacinação Hall Victor Hugo, na capital.
Cada vez mais pessoas queixam-se da forma como são tratadas nos centros de vacinação
Há cada vez mais pacientes a apresentar queixa à Associação dos Doentes porque o certificado do médico de família, onde consta os antecedentes médicos, não é respeitado pelo médico do centro de vacinação.

Quando as pessoas chegam ao centro de vacinação com o devido certificado médico que atesta o estado de saúde, antecedentes clínicos e marca da vacina a administrar, tal não está a ser respeitado pelos médicos dos centros, de acordo com os dois organismos.

A ministra da Saúde diz que há muita gente que se apresenta nos centros de vacinação com um certificado do seu médico, a estipular para que a vacina da AstraZeneca não seja administrada. Ora, se o certificado for conforme às recomendações da Agência Europeia do Medicamento”, a ministra garante que o pedido é respeitado.

Mas se o médico constatar que não é o caso, então, é administrada a vacina que estava inicialmente prevista no plano de vacinação.  

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