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Um quinto dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo enfrentam risco de pobreza
Luxemburgo 15.10.2015 Do nosso arquivo online
Statec

Um quinto dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo enfrentam risco de pobreza

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Um quinto dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo enfrentam risco de pobreza

Foto: Arquivos LW
Luxemburgo 15.10.2015 Do nosso arquivo online
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Um quinto dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo enfrentam risco de pobreza

Um relatório do Statec indica que trabalhadores portugueses no Luxemburgo são os mais expostos ao risco de cair na miséria. Um quinto ganha menos que o limiar de pobreza.

Os trabalhadores portugueses no Luxemburgo são os mais expostos ao risco de cair na miséria, com um quinto a ganhar menos que o limiar de pobreza, segundo o último relatório "Coesão Social e Emprego", do Statec.

De acordo com o instituto de estatísticas do Luxemburgo, no ano passado 20,7% dos trabalhadores portugueses viviam com menos de 1.716 euros por mês, considerado o limiar da pobreza, num país em que as rendas podem ultrapassar os mil euros.

A taxa de risco de pobreza dos portugueses diminuiu ligeiramente em relação ao ano anterior, quando era de 22,1%, mas continua a ser superior ao risco da população em geral (16,4%). Uma diferença que se explica pelo facto de a maioria dos portugueses trabalharem em sectores em que a mão-de-obra não é qualificada, indica o relatório, auferindo por isso salários mais baixos.

Com rendimentos médios de 1.989 euros por mês (contra 3.280 no caso dos luxemburgueses), os portugueses têm mais problemas para chegar ao fim do mês do que os imigrantes alemães (3.232 euros/mês), franceses (3.031 euros), belgas (2.926 euros) e italianos (2.823 euros).


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A taxa de risco de pobreza dos portugueses no Luxemburgo continua a ser superior à do resto da população. Com rendimentos mais baixos, “os agregados familiares portugueses estão entre os mais desfavorecidos”, aponta o Statec.
Os trabalhadores portugueses no Luxemburgo são os mais expostos ao risco de pobreza. Segundo um relatório do Statec divulgado na semana passada, no ano passado 22,1% dos imigrantes portugueses viviam com menos de 1.665 euros por mês, considerado o limiar da pobreza, num país em que as rendas podem ultrapassar os mil euros. À Caritas chegam todos os dias portugueses em desespero.