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TNR-Ilres: Professores satisfeitos com profissão

TNR-Ilres: Professores satisfeitos com profissão

Foto: Pierre Matgé
Luxemburgo 30.11.2017

TNR-Ilres: Professores satisfeitos com profissão

Mais de metade dos docentes (51%) do Luxemburgo estão “extremamente satisfeitos ou muito satisfeitos” com a sua situação profissional, de acordo com um inquérito de satisfação elaborado pelo TNR-Ilres.

Mais de metade dos docentes (51%) do Luxemburgo estão “extremamente satisfeitos ou muito satisfeitos” com a sua situação profissional, de acordo com um inquérito de satisfação elaborado pelo TNR-Ilres.

Os docentes do Grão-Ducado apresentam os melhores resultados de toda a função pública e não é de admirar. Sãos os professores mais bem pagos do mundo e, sem surpresas, estão satisfeitos com o seu trabalho.

Foto: Marc Wilwert

Nos restantes departamentos da função pública, essa taxa é de 43%. Os dados resultam de um inquérito levado a cabo pelo TNS-Ilres, a pedido do Ministério da Educação, que sondou 2.084 docentes, entre 24 de abril e 31 de maio deste ano.

A autonomia no trabalho, o tipo de tarefas, a relação entre colegas e o ambiente no local de trabalho são alguns dos principais fatores de motivação.

A sondagem mostra que 48% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho e 36% com as perspetivas de progressão na carreira.

A taxa é ainda mais elevada quando se trata do trabalho efetuado. Cerca de 69% dos professores sentem-se, sempre ou frequentemente, orgulhosos do trabalho que fazem, enquanto 86% sentem que estão a fazer um trabalho útil.

Docentes mais bem pagos do mundo

De acordo com dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o Luxemburgo tem os professores mais bem pagos do mundo.

Por exemplo, os docentes do ensino pré-escolar e básico no país ganham, em média, 57.287 euros por ano. Trata-se do dobro da média de ordenados dos países da OCDE.

Ainda segundo o TNS-Ilres, 65% dos professores estão satisfeitos com a sua situação salarial. Entre os restantes funcionários públicos, essa percentagem desce para os 50%.

Foto: Pierre Matgé

Contudo, os professores queixam-se mais de stress do que outros colegas da função pública. Cerca 10% dos docentes queixam-se de stress constante. Mesmo assim, apenas 12% tencionam mudar de emprego.

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