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Testes rápidos covid. O "pequeno passo" acessível para o regresso à vida normal
Luxemburgo 3 2 min. 06.03.2021 Do nosso arquivo online

Testes rápidos covid. O "pequeno passo" acessível para o regresso à vida normal

Testes rápidos covid. O "pequeno passo" acessível para o regresso à vida normal

Robert Michael/dpa
Luxemburgo 3 2 min. 06.03.2021 Do nosso arquivo online

Testes rápidos covid. O "pequeno passo" acessível para o regresso à vida normal

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
Depois das escolas a sua utilização vai ser alargada a diversas situações do quotidiano. Onde podem ser utilizados e quais as suas vantagens? A ministra da Saúde explicou.

“Vamo-nos concentrar nos testes rápidos”, declarou sexta-feira a ministra da Saúde Paulette Lenert na conferência de imprensa conjunta com o primeiro ministro Xavier Bettel onde fizeram o ponto da situação da epidemia no país e anunciaram o prolongamento das medidas sanitárias até 2 de abril.

Perante a estabilidade da situação pandémica, em que uma das causas serão os primeiros efeitos da vacinação, o Governo quer agora começar a dar “pequenos passos em direção a um regresso à vida normal”.

Os testes rápidos constituem um desses pequenos passos promissores. Porque são mais fáceis de usar e porque a sua adesão será maior, prevê a ministra da Saúde. Além de passarem a ser acessíveis no país.

“Não está no mesmo nível do teste PCR, não é o mesmo que o teste PCR mas é complementar. Há que ter confiança”, disse Paulette Lenert explicando que esta medida faz parte da estratégia de combate à covid-19.

Nas escolas

Numa primeira fase os testes rápidos covid vão ser implementados nas escolas, serão autotestes que serão feitos pelos alunos. O projeto piloto começará para as escolas poderá começar para a semana e continuará, disse a ministra Paulette Lenert.


Primeiros testes rápidos nas escolas arrancam a 22 de março
Os primeiros autotestes de diagnóstico à covid-19 nas escolas começam a ser feitos já no próximo dia 22 de março.

“Os testes rápidos vão continuar nas classes porque há muita circulação da variante inglesa”, acrescentou.

Quem acusar positivo no teste rápido fará de seguida um teste PCR. A ministra da Saúde explicou que o impacto que estes testes terão nas escolas irá estender-se às famílias dos alunos.

Nas famílias

“As famílias continuam a ser o principal foco de infeção como mostrou o último balanço semanal. Por isso os testes rápidos também terão impacto nas famílias, porque vamos poder agir rapidamente”, frisou Paulette Lenert.

Assim, o aluno que acusar positivo no teste rápido, fará de seguida um teste PCR, o mesmo sucederá aos familiares com quem vive, no quadro do Contact Tracing, com a equipa a contactar logo todos com quem aluno e família contactaram de perto. “Ativam-se os contactos, o isolamento e a quarentena, se for necessário e impede-se a cadeia de contágios”, explicou a ministra.

Nos lares de idosos

 A estratégia vai ser alargada também aos visitantes das casas de repouso e lares de idosos, onde irá iniciar-se também um projeto piloto. Os familiares que visitarem estas residências vão ter de fazer um teste rápido, anunciou Paulette Lenert. Também no desporto estes testes poderão ser implementados.

O Governo está a ponderar colocar à venda os testes rápidos nas farmácias na versão autoteste ou a ser administrado pelos farmacêuticos. Estes profissionais já vieram alertar para o perigo de pessoas infetadas realizarem na farmácia um destes testes rápidos sugerindo outro local mais protegido.

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