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Teletrabalho no Luxemburgo? Sim, é para ficar
Luxemburgo 08.07.2020 Do nosso arquivo online

Teletrabalho no Luxemburgo? Sim, é para ficar

Teletrabalho no Luxemburgo? Sim, é para ficar

Foto: Lex Kleren
Luxemburgo 08.07.2020 Do nosso arquivo online

Teletrabalho no Luxemburgo? Sim, é para ficar

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
Nova sondagem revela que a maioria dos trabalhadores transfronteiriços e residentes no Grão-Ducado é a favor de adotar o teletrabalho de forma permanente.

Segundo uma sondagem divulgada pela RTL, a grande maioria dos residentes do Luxemburgo e trabalhadores transfronteiriços não só se adaptou ao teletrabalho - imposto como medida de prevenção durante a pandemia de covid-19 - como quer continuar a trabalho nestes termos. 

A sondagem foi realizada em junho e mostra que 85% dos inquiridos é a favor do teletrabalho contra apenas 9% dos que se opõem e 6% dos indecisos. 

Mais de um terço (41%) das pessoas acredita que dois dias de teletrabalho é o ideal, enquanto 20% considera mais um dia para ficar em casa. 6% escolheu quatro dias de teletrabalho e 13% não gostaria mesmo de voltar aos respetivos escritórios. Apenas 5% é contra o teletrabalho e 20% não tem a possibilidade de trabalhar remotamente.

Por enquanto, o teletrabalho ainda é permitido a todos os trabalhadores fronteiriços empregados no Luxemburgo até 31 de agosto.


Depois dos belgas, os transfronteiriços alemães também ficam em teletrabalho este verão
Sem qualquer alteração no regime fiscal, os transfronteiriços alemães podem continuar a trabalhar à distância até 31 de agosto.

A partir de setembro, entram em vigor os acordos entre o Luxemburgo e os países vizinhos. 

França já veio anunciar que não está preparada para negociar mais do que os atuais 29 dias.  

Os acordos atuais não permitem o teletrabalho mais de um dia por quinzena ou mesmo um dia de três em três semanas para os trabalhadores fronteiriços alemães. 75% dos inquiridos acreditam que estes limites devem ser aumentados. 


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