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Sindicato dos funcionários públicos critica estratégia de vacinação do Luxemburgo
Luxemburgo 26.03.2021 Do nosso arquivo online

Sindicato dos funcionários públicos critica estratégia de vacinação do Luxemburgo

Sindicato dos funcionários públicos critica estratégia de vacinação do Luxemburgo

AFP
Luxemburgo 26.03.2021 Do nosso arquivo online

Sindicato dos funcionários públicos critica estratégia de vacinação do Luxemburgo

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O sindicato defende que vacinar os professores também iria contribuir para garantir um ensino presencial.

A Confederação-Geral da Função Pública (CGFP) acusa o Governo de falta de conceito e estratégia na campanha de vacinação contra a covid-19.

Para a CGFP, as decisões tomadas pelo executivo não fazem sentido, afirmando não entender porque razão professores e educadores não são prioritários para a toma da vacina. O sindicato, que também defende os interesses dos docentes, diz “estar provado que há contágios nas escolas e que os professores estão muito expostos ao risco de contaminação”. 

O sindicato defende, por isso, que vacinar os professores também iria contribuir para garantir um ensino presencial.

Por outro lado, a CGFP lembra que as equipas médicas e de salvamento da proteção civil são prioritárias, mas que os agentes da polícia não o são. Classifica também como “incoerente”, o facto de os reclusos do Centro Penitenciário de Schrassig serem vacinados e os guardas prisionais estarem à espera de serem chamados para a administração da vacina, consoante à sua idade e vulnerabilidade, como o resto da população não-prioritária.

A baixa adesão dos profissionais de saúde à campanha de vacinação também preocupa a CGFP, que solicita um encontro com membros do Governo para debater estas questões.  

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