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Seis casos da variante britânica detetados no Luxemburgo
Luxemburgo 13.01.2021

Seis casos da variante britânica detetados no Luxemburgo

Seis casos da variante britânica detetados no Luxemburgo

Foto: Lex Kleren/Luxemburger Wort
Luxemburgo 13.01.2021

Seis casos da variante britânica detetados no Luxemburgo

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
O vírus, com o nome de B1.1.7, é 70% mais contagioso do que todas as outras estirpes em circulação.

O Laboratório Nacional de Saúde (LNS) confirmou esta quarta-feira à RTL que há seis casos da variante mais contagiosa da covid-19 - proveniente do Reino Unido  - identificados no Grão-Ducado. O vírus, com o nome de B1.1.7, é 70% mais contagioso que qualquer umas das outras estirpes em circulação, o que tem gerado uma onda de preocupação mundial relativamente ao seu poder de contágio. 

De forma a perceber a incidência da nova variante no Grão-Ducado, o LNS tem realizado 384 estudos de amostras por semana, desde o surgimento do primeiro caso. Apesar dos seis casos para já identificados o instituto admite que este número pode aumentar uma vez que o Luxemburgo é um dos países que mais realiza a sequenciação das amostras, a par com o Reino Unido e Dinamarca.

Assim que foi descoberta a nova variante do vírus, no final de dezembro do ano passado, o Luxemburgo apertou as medidas de segurança em relação a quem chega do Reino Unido, tendo até suspendido os voos por uns dias. A circulação retomou entretanto mas com um controlo mais apertado. "Os passageiros aéreos oriundos do Reino Unido ao Luxemburgo têm de apresentar um teste PCR negativo realizado há menos de 48 horas" quando aterram no Grão-Ducado, explicou o Ministério da Saúde ao Contacto no início de janeiro.


Profissionais de saúde e funcionários hospitalares já estão a ser vacinados
Iniciou-se esta terça-feira a campanha de vacinação aos profissionais de saúde e de cuidados no Luxemburgo.

Também é possível apresentar um teste PCR negativo que tenha sido realizado num período entre 72 horas às 48 horas" anteriores à chegada "deve realizar novo teste PCR no aeroporto e colocar-se em auto quarentena até conhecer o resultado do teste”, adiantou o Ministério da Saúde, garantindo que "os testes antigénicos também são aceites sob as mesmas condições". 

Em entrevista recente ao Contacto, Tamir Abdelrahman, o diretor do departamento de Microbiologia do LNS afirmou que "não parece haver um aumento significativo de hospitalizações e óbitos" devido à nova variante.  



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