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Retroativos de indexação dos abonos de família custariam 73 milhões de euros
Luxemburgo 09.06.2021
Segurança Social

Retroativos de indexação dos abonos de família custariam 73 milhões de euros

Segurança Social

Retroativos de indexação dos abonos de família custariam 73 milhões de euros

Foto: Guy Wolff
Luxemburgo 09.06.2021
Segurança Social

Retroativos de indexação dos abonos de família custariam 73 milhões de euros

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O Governo pretende voltar a indexar esta prestação social a partir de 1 de janeiro do próximo ano.

Os abonos de família não têm aumentado um cêntimo nos últimos cinco anos. O Governo pretende voltar a indexar esta prestação social a partir de 1 de janeiro do próximo ano. Uma iniciativa que os sindicatos OGBL e LCGB e partidos da oposição aprovam mas que gostariam que fosse aplicada com retroativos.

Uma reivindicação que o Governo não tenciona acatar. A ministra da Família, Corinne Cahen, diz, numa resposta parlamentar ao deputado do adr, Fred Keup, que o Executivo não vai pagar o abono de família com efeitos retroativos. Corinne Cahen não deixa assim margem para dúvidas, considerando que o regresso do abono de família ao sistema de indexação (adaptação dos montantes ao custo de vida) já é um passo suficiente.

Em jeito de defesa, a ministra afirma que esta medida só estava prevista para o fim da legislatura, mas que o Governo decidiu avançar com a reintrodução da indexação do abono de família a partir de janeiro de 2022.

A adaptação das ajudas em função da inflação nos últimos cinco anos custaria 73 milhões de euros ao Estado, segundo os cálculos dos serviços do Ministério da Família. Um montante a somar aos cerca de 951 milhões de euros, que são atualmente distribuídos pelas famílias, ou seja um aumento de 7,7% caso o Estado pagasse a indexação de forma retroativa.  

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