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Segundo a Health Consumer Powerhouse: Luxemburgo em quarto no ‘ranking’ dos serviços de saúde europeus
Luxemburgo 29.01.2018 Do nosso arquivo online

Segundo a Health Consumer Powerhouse: Luxemburgo em quarto no ‘ranking’ dos serviços de saúde europeus

Segundo a Health Consumer Powerhouse: Luxemburgo em quarto no ‘ranking’ dos serviços de saúde europeus

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 29.01.2018 Do nosso arquivo online

Segundo a Health Consumer Powerhouse: Luxemburgo em quarto no ‘ranking’ dos serviços de saúde europeus

O Luxemburgo ocupa a quarta posição do ‘ranking’ que avalia os cuidados de saúde dos europeus, elaborado pela organização Health Consumer Powerhouse. Num máximo de 1000 pontos possíveis, o Grão-Ducado obteve 850.

O Luxemburgo ocupa a quarta posição do ‘ranking’ que avalia os cuidados de saúde dos europeus, elaborado pela organização Health Consumer Powerhouse. Num máximo de 1000 pontos possíveis, o Grão-Ducado obteve 850.

A classificação hoje publicada é liderada pela Holanda (924 pontos), seguida por Suíça (898) e Dinamarca (864). Em quarto lugar aparecem, com a mesma pontuação, Noruega e Luxemburgo. O estudo analisou 35 países.

Publicado desde 2005, o Euro Health Consumer Index é uma classificação anual dos sistemas de saúde nacionais da Europa, com base em indicadores de seis áreas: direitos e informação dos doentes, acessibilidade, resultados, diversidade e abrangência dos serviços prestados, prevenção e produtos farmacêuticos.

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Embora pertença ao “clube dos 800”, ou seja, dos países que obtiveram 800 pontos nos indicadores avaliados, a Health Consumer Powerhouse (EHCI) considera que o Luxemburgo poderia ter pontuação mais elevada. Isto porque no Grão-Ducado os cidadãos podem recorrer a cuidados de saúde nos países vizinhos.

Segundo o relatório, “parece que realmente optam por bons hospitais”. Por esta razão, acrescentam os especialistas, “o Luxemburgo perde pontos no indicador do aborto”. “Por discrição, provavelmente muitas mulheres no Luxemburgo abortam fora do pequeno grão-ducado”, sublinha a organização.

Foto: Guy Jallay

A Health Consumer Powerhouse sublinha que, no Luxemburgo, “os pacientes têm provavelmente acesso a tratamentos melhores do que aquilo que o EHCI mostra, já que o tratamento no estrangeiro dificulta a recolha de dados”.

Por outro lado, a nota é menos positiva no que toca ao consumo de tabaco, algo que terá gerado algum “protesto” por parte do Luxemburgo, que argumenta que “a maior parte dos cigarros é consumida por outras nacionalidades”.

Mas a resposta do relatório não deixa margem para dúvidas: “vender cigarros baratos aos fronteiriços não é menos prejudicial do que os consumir todos no país”.

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