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Secção do PS no Luxemburgo exige responsabilidades sobre portugueses impedidos de votar
Luxemburgo 25.01.2021

Secção do PS no Luxemburgo exige responsabilidades sobre portugueses impedidos de votar

Secção do PS no Luxemburgo exige responsabilidades sobre portugueses impedidos de votar

Foto: António Pires/Contacto
Luxemburgo 25.01.2021

Secção do PS no Luxemburgo exige responsabilidades sobre portugueses impedidos de votar

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
A secção do Partido Socialista no Luxemburgo pede explicações e exige responsabilidades sobre o caso dos cerca de 800 portugueses que foram impedidos de votar nas eleições presidenciais portuguesas.

O secretário-coordenador, Miguel Vasconcelos, refere em comunicado que os delegados presentes nas mesas de voto vão "proceder ao apuramento das razões de tal disfuncionamento e respetivas responsabilidades, de modo a que situações como esta não se voltem a repetir em futuros atos eleitorais".

Neste fim de semana, o Conselheiro da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo, João Verdades, revelou que entre 700 a 800 pessoas foram impedidas de votar nas eleições, a maioria por terem desaparecido dos cadernos eleitorais, depois do recenseamento automático. Depois de os delegados terem presenciado o descontentamento e frustração por parte de alguns cidadãos, o PS - Luxemburgo diz-se solidário "com todos os cidadãos portugueses que viram o seu direito de voto nestas eleições presidenciais impedido de realizar no Consulado-Geral de Portugal no Luxemburgo".


Luxemburgo. Adesão às urnas cresce mas muitos portugueses não conseguem votar
Às 14 horas de domingo já 1.200 eleitores tinham ido votar ao consulado português no Luxemburgo. Nas presidenciais anteriores, não houve mais de 527 votos. Mas há muita gente a ser impedida de exercer o seu direito.

Após o recenseamento automático, o número de recenseados inscritos nos cadernos eleitorais no Luxemburgo passou de 2.027 para cerca de 50 mil. A Rádio Latina contactou a secretaria de Estado das Comunidades para saber quantas pessoas deixaram de estar inscritas no Luxemburgo e pediu esclarecimentos sobre este caso, continuando a aguardar resposta.  

(Henrique de Burgo, jornalista da Rádio Latina)

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