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Se as eleições fossem só no Luxemburgo, Marcelo e Ana Gomes iam à segunda volta
Luxemburgo 24.01.2021 Do nosso arquivo online

Se as eleições fossem só no Luxemburgo, Marcelo e Ana Gomes iam à segunda volta

Se as eleições fossem só no Luxemburgo, Marcelo e Ana Gomes iam à segunda volta

Foto: AFP
Luxemburgo 24.01.2021 Do nosso arquivo online

Se as eleições fossem só no Luxemburgo, Marcelo e Ana Gomes iam à segunda volta

Ricardo J. Rodrigues
Ricardo J. Rodrigues
O número de votantes no Grão-Ducado mais do que triplicou em comparação às eleições presidenciais de 2016.

Estão apurados os resultados das eleições presidenciais portuguesas no círculo do Luxemburgo. Marcelo Rebelo de Sousa, presidente em exercício, foi o candidato mais votado, mas não conseguiu obter metade dos votos dos emigrantes no Grão-Ducado. Se contassem apenas os votos luxemburgueses, teria de disputar a segunda com Ana Gomes, a segunda mais votada. Marcelo teve 49,09%, enquanto que a antiga diplomata somou 18,35%

O candidato da extrema-direita, André Ventura, ocupa o terceiro posto no Luxemburgo com 15,25% dos votos. E, no quarto lugar, uma supresa: Tiago Mayan Gonçalves conseguiu mais um voto (85) que Marisa Matias (84). O candidato apoiado pela Iniciativa Liberal fica com 5,16% e a eurodeputada do Bloco de Esquerda com 5,10%. 

No comunista João Ferreira votaram 3,04% dos eleitores portugueses no Luxemburgo e em Vitorino Silva, conhecido como Tino de Rans, votaram 2,85%. Houve 0,6% de votos nulos e 0,5% de votos brancos.

No total, 1.646 emigrantes portugueses no Luxemburgo votaram no consulado nestas eleições. É mais do triplo daqueles que depositaram o seu voto nas últimas presidenciais. Em 2016, apenas 527 pessoas foram às urnas.

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