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Saúde: Crianças e idosos são os que mais ingerem antibióticos
Luxemburgo 18.11.2017 Do nosso arquivo online

Saúde: Crianças e idosos são os que mais ingerem antibióticos

Saúde: Crianças e idosos são os que mais ingerem antibióticos

Luxemburgo 18.11.2017 Do nosso arquivo online

Saúde: Crianças e idosos são os que mais ingerem antibióticos

No Luxemburgo, são as crianças, até aos nove anos, e os idosos, com mais de 70, que mais tomam antibióticos, segundo dados apresentados pelo Ministério da Saúde, no âmbito do Dia Europeu dos Antibióticos, que se assinala hoje.

No Luxemburgo, são as crianças, até aos nove anos, e os idosos, com mais de 70, que mais tomam antibióticos, segundo dados apresentados pelo Ministério da Saúde, no âmbito do Dia Europeu dos Antibióticos, que se assinala hoje.

Foto: Arquivo LW

Nos últimos anos, a prescrição de antibióticos, a crianças, diminuiu significativamente. Em 2006, a proporção era de 1300 prescrições para 1300 crianças, enquanto, em 2016, baixa para as 960 receitas. Em termos globais, cerca de 60% das receitas são passadas por médicos de clínica geral.

O médicos de clínica geral são os que mais receitam antibióticos. 60% das receitas são passadas por estes profissionais de saúde.

O Dia Europeu dos Antibióticos é uma iniciativa do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças, a agência da União Europeia para a área da Saúde.

Receita para o uso de antibióticos:

  • O uso imoderado e irrefletido aumenta a resistência bateriana;
  • Os mais conhecidos são derivados da penicilina;
  • Devem ser utilizados em casos de infeção bacteriana e não em infeção viral;
  • Exterminam batérias necessárias ao organismo;
  • Habitualmente devem ser tomados até ao fim da embalagem;
  • Iogurte natural e leveduras reforçam as defesas;
  • Não deve ser guardado para uma outra utilização;
  • Não deve ser tomado em constipações e gripes;
  • A ingestão de álcool não "corta" o efeito do medicamento. O álcool pode diminuir o tempo de atuação do antibótico na corrente sanguínea, além de aumentare a toxicidade do fígado. É uma questão de bom senso.

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