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Relatório Anual de Segurança Interna: Cinquenta portugueses detidos no Luxemburgo em 2014
Luxemburgo 08.04.2015 Do nosso arquivo online

Relatório Anual de Segurança Interna: Cinquenta portugueses detidos no Luxemburgo em 2014

Relatório Anual de Segurança Interna: Cinquenta portugueses detidos no Luxemburgo em 2014

Foto: Marc Wilwert
Luxemburgo 08.04.2015 Do nosso arquivo online

Relatório Anual de Segurança Interna: Cinquenta portugueses detidos no Luxemburgo em 2014

O número de cidadãos portugueses detidos no estrangeiro aumentou em 2014, passando de 1.521 para 1.658 (mais 137), segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna. Cinquenta estavam detidos no Luxemburgo, o sexto país com mais portugueses na prisão.

O número de cidadãos portugueses detidos no estrangeiro aumentou em 2014, passando de 1.521 para 1.658 (mais 137), segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI). Em 2014, estavam detidos 50 portugueses no Luxemburgo, o sexto país com mais portugueses na prisão.

De acordo com o documento, a maioria dos detidos (569) no ano passado estava em cadeias de Espanha, seguindo-se França, com 232, e o Reino Unido, com 222 portugueses detidos.

Na lista do RASI segue-se o Brasil, em cujas prisões estavam 134 portugueses, e depois a Alemanha, com 69 cidadãos lusos, e o Luxemburgo, com 50.

O relatório, baseando-se em dados fornecidos pela Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidade Portuguesas, indica ainda que, no ano passado, foram deportados ou afastados 302 cidadãos portugueses de diversos países, estando os Estados Unidos no topo da lista, com um total de 49 casos de deportados.

O maior número de portugueses deportados (17) é proveniente da área de jurisdição do Consulado Geral de Portugal em Newark e a principal razão da deportação prende-se com a existência de antecedentes criminais por assaltos, roubos, violência doméstica e sexual, entre outros.

Em 2014 foram também expulsos de vários países 93 cidadãos portugueses, designadamente 72 do Reino Unido, quatro da Alemanha e França, e três da Venezuela.

Lusa / CONTACTO


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