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“Quando chegar a minha vez eu quero ser vacinado”
Luxemburgo 22.01.2021

“Quando chegar a minha vez eu quero ser vacinado”

“Quando chegar a minha vez eu quero ser vacinado”

Foto: Chris Karaba
Luxemburgo 22.01.2021

“Quando chegar a minha vez eu quero ser vacinado”

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
O embaixador de Portugal no Luxemburgo, António Gamito apela aos portugueses que aceitem receber a vacina contra a covid-19 para a comunidade ficar “livre deste inferno que é a pandemia, que mudou as nossas vidas”.

“Eu sou diabético e tenho uma cardiopatia e quando chegar a minha vez serei vacinado porque é a única forma de me proteger desta infeção que pode conduzir à morte e permitir que se consiga a imunidade de grupo”, declara ao Contacto António Gamito salientando que só a vacinação contra a covid-19 pode “minorar e travar a doença na comunidade”.

O diplomata compreende os receios de sequelas em relação à toma destas vacinas que que são novas, mas lembra que “as entidades do medicamento”, europeias e dos EUA, são “rigorosíssimas na atribuição da aprovação de todos os medicamentos”, e esta só é dada “depois de inúmeros e importantes estudos e testes científicos realizados”. Por isso, vinca, “se existisse algum perigo para a saúde de quem recebe a vacina não teria sido dada a sua autorização” de colocação no mercado. “À partida estão garantidas as condições de que a toma da vacina não deixa sequelas”, diz António Gamito. E recorda também que todos os medicamentos possuem na sua “bula as descrições de possíveis efeitos secundários”, no doente que os toma, dos mais comuns aos mais raros no universo dos seus utilizadores. Está tudo descrito e cientificamente testado para garantir a segurança dos medicamentos.

“É absolutamente necessário que as pessoas pensem em tomar a vacina, porque só com a maioria da população vacinada é que se consegue chegar à imunidade de grupo e resolver de uma vez por todas a pandemia da covid-19. Se uns se vacinam, mas outros não, a doença vai continuar presente na comunidade e a infetar pessoas”, alerta o representante do Governo Português no Grão-Ducado. “Temos de nos vacinar para ficarmos livres deste inferno que mudou as nossas vidas, está a provocar mortes, e já causou imensos prejuízos na nossa economia e uma tão grande perturbação no domínio social, gerando profundas desigualdades”, pede António Gamito à comunidade portuguesa do Luxemburgo. 

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