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“Propina no ensino de português no estrangeiro é discriminatória”
Luxemburgo 07.02.2020

“Propina no ensino de português no estrangeiro é discriminatória”

Pedro Rupio, representante eleito pela Bélgica no Conselho das Comunidades Portuguesas.

“Propina no ensino de português no estrangeiro é discriminatória”

Pedro Rupio, representante eleito pela Bélgica no Conselho das Comunidades Portuguesas.
Luxemburgo 07.02.2020

“Propina no ensino de português no estrangeiro é discriminatória”

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
Há sete anos que os filhos dos emigrantes pagam para ter ensino de português, quando em Portugal o ensino é gratuito. Trata-se de uma situação “discriminatória”, defende o Conselheiro da Comunidade Portuguesa na Bélgica.

Pedro Rupio estará no Luxemburgo, no sábado, para uma ação de recolha de assinaturas em prol da petição “Português para todos”. Uma petição que exige justamente a revogação da propina no ensino de português no estrangeiro.

Confrontada pela Rádio Latina, em dezembro, a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, não rejeitou a revogação da propina, afirmando que “as comunidades terão, mais tarde ou mais cedo, ensino gratuito”.

O conselheiro Pedro Rupio classifica esta posição como “um passo positivo”, mas considera que esse objetivo “está longe de ser alcançado”.

O autor da petição “Português para todos” exige uma distinção clara entre o ensino de português dirigido aos filhos dos emigrantes e o ensino de português como língua estrangeira.

O representante eleito pela Bélgica no Conselho das Comunidades Portuguesas vai estar amanhã no Luxemburgo para reforçar a lista de subscritores da petição que exige a revogação da propina no ensino de português no estrangeiro.

A petição lançada por Pedro Rupio, em novembro do ano passado – igualmente disponível online em www.portuguesparatodos.org – já tem cerca de 1.600 subscritores, mas precisa de 4.000 signatários para ser discutida na Assembleia da República.

Pedro Rupio chega, este sábado, às 10:00, à estação central da cidade do Luxemburgo, de onde partirá à procura de portugueses que subscrevam a petição  

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