Escolha as suas informações

Primeiro-ministro do Luxemburgo teve alta hospitalar
Luxemburgo 08.07.2021
Covid-19

Primeiro-ministro do Luxemburgo teve alta hospitalar

Covid-19

Primeiro-ministro do Luxemburgo teve alta hospitalar

Foto: AFP
Luxemburgo 08.07.2021
Covid-19

Primeiro-ministro do Luxemburgo teve alta hospitalar

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O primeiro-ministro, Xavier Bettel, saiu esta quinta-feira do Centro Hospitalar do Luxemburgo (CHL), onde esteve internado durante quatro dias, devido a uma insuficiência respiratória provocada pela covid-19.

O Ministério de Estado revela, em comunicado, que o estado de saúde do líder do Executivo melhorou, o que levou os médicos a darem alta hospitalar. Segundo a mesma nota, Xavier Bettel retoma em pleno as suas funções a partir desta sexta-feira (9 de julho), caducando a delegação de assinatura para assuntos correntes concedida ao ministro das Finanças, Pierre Gramegna.


Foi Bettel quem escolheu Gramegna para o substituir nos assuntos correntes
Fonte do Ministério de Estado confirmou à Rádio Latina que a escolha foi do próprio primeiro-ministro, que continua a coordenar o trabalho do Governo à distância, depois de ter sido internado devido à covid-19.

O chefe do Governo vai, no entanto, permanecer em teletrabalho até ao final desta semana, visto que ainda terá de cumprir o período de isolamento que termina este fim-de semana.

O primeiro-ministro fez questão de agradecer aos profissionais de saúde do CHL que estiveram ao seu lado nos últimos dias, salientando o "elevado profissionalismo, determinação e entusiasmo". Bettel acrescenta que o mesmo agradecimento é dirigido a todos os profissionais de saúde do país que estão na primeira linha de combate à covid-19 há mais de um ano.

Bettel testou positivo à covid-19 a 27 de julho, apesar de já ter sido vacinado com a primeira dose da AstraZeneca, a 6 de maio. 

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

Na conferência de imprensa da passada sexta-feira, o primeiro-ministro fez ainda especial menção aos "médicos, enfermeiros e empregados de supermercado que atravessam a fronteira todos os dias" sem os quais "o Luxemburgo não seria capaz de gerir" esta crise pandémica.