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Previsões da pandemia no Grão-Ducado estão mais otimistas
Luxemburgo 31.01.2022 Do nosso arquivo online
Covid-19

Previsões da pandemia no Grão-Ducado estão mais otimistas

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Previsões da pandemia no Grão-Ducado estão mais otimistas

Foto: dpa
Luxemburgo 31.01.2022 Do nosso arquivo online
Covid-19

Previsões da pandemia no Grão-Ducado estão mais otimistas

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O último relatório da Task Force Covid-19 é ligeiramente mais otimista do que as projeções anteriores.

Na última publicação sobre a situação pandémica, publicada a 28 de janeiro, o grupo de especialistas do Grão-Ducado sublinha que as hospitalizações nas próximas semanas vão depender da faixa etária onde o vírus vai circular com mais intensidade e do facto de os infetados estarem ou não vacinados. 

Para o mês de fevereiro, a Task Force prevê, em média, 20 pacientes nos cuidados intensivos e 85 doentes nas unidades de cuidados normais por semana. E apesar do aumento recente de casos, sublinha que a variante Omicron acarreta menos hospitalizações apesar de ser mais contagiosa. 


O princípio do fim da pandemia? Europa começa a levantar restrições
Reino Unido aboliu o uso de máscara em espaços fechados a partir desta quinta-feira e a Dinamarca está prestes a ser o primeiro país da UE a acabar com todas as restrições sanitárias a partir de 1 de fevereiro. Bélgica já aliviou medidas e em França o teletrabalho obrigatório termina já na próxima semana.

O grupo de especialistas continua, no entanto, a considerar ser essencial que as pessoas vulneráveis continuem a limitar os contactos sociais.

No balanço semanal mais recente a média de casos diários era de 2.307 casos, enquanto na semana anterior era de 1.925 casos, o que correspondeu a um aumento de 20%. Em linha com as anteriores previsões, os especialistas projetam que o pico de infeções deverá ser atingido no mês de fevereiro, com cerca de 2.500 casos por dia, se o número de novos casos continuar a aumentar ao mesmo ritmo.

Por fim, sublinham que os esforços para limitar a propagação continuam a ser importantes, nomeadamente a diminuição dos contactos sociais, o respeito pelas medidas sanitárias e a vacinação.  

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O pior cenário possível, segundo os cientistas, é que as vacinas deixem de funcionar mais cedo do que o previsto, sobretudo se entretanto surgirem novas variantes. Atualmente, 100% dos casos no Luxemburgo devem-se à variante Delta.