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Presidenciais francesas: Primeiras reacções luxemburguesas à vitória de Macron
Juncker, Bettel e Bausch demonstraram publicamente a sua satisfação com a vitória de Macron

Presidenciais francesas: Primeiras reacções luxemburguesas à vitória de Macron

Foto: AFP
Juncker, Bettel e Bausch demonstraram publicamente a sua satisfação com a vitória de Macron
Luxemburgo 07.05.2017

Presidenciais francesas: Primeiras reacções luxemburguesas à vitória de Macron

O centrista Emmanuel Macron foi eleito Presidente de França com um intervalo entre 65,5 a 66,1% dos votos, segundo as primeiras projeções divulgadas após o fecho das urnas. As reações dos políticos luxemburgueses não se fizeram esperar.

O centrista Emmanuel Macron foi eleito Presidente de França com um intervalo entre 65,5 a 66,1% dos votos, segundo as primeiras projeções divulgadas após o fecho das urnas. As reações dos políticos luxemburgueses não se fizeram esperar.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, felicitou hoje os eleitores franceses que escolheram “um futuro europeu” ao elegerem Emmanuel Macron chefe de Estado. “Felicitações a Emmanuel Macron. Feliz por os franceses terem escolhido um futuro europeu”, escreveu Juncker na sua conta de Twitter.

O chefe do executivo europeu salientou ainda que os europeus estão “juntos por uma Europa mais forte e mais justa”.

Xavier Bettel utilizou a sua conta no Twitter para mostrar a sua satisfação com a vitória de Macron.

O Primeiro-Ministro luxemburguês demonstra satisfação "pelos valores europeus, a abertura e a solidaridade terem ganho em França", terminando com um "bravo" dirigido ao recente Presidente eleito.

Também François Bausch, ministro dos Transportes e das Infraestrutura, congratulou o novo Presidente de França.

O político do partido Os Verdes escreveu que os resultados são "uma vitória da Europa, uma vitória contra a exclusão". No entanto, o ministro também sublinhou que "34% votou num discurso que apela ao ódio."

As estimativas atribuem a Marine Le Pen (extrema-direita) uma votação entre 33,9% e 34,5%.

Os valores foram avançados pelos institutos de estudos de mercados Ifop e Harris Interactive, citados pela agência France-Presse,cerca das 20:00 em França.

Segundo uma estimativa da empresa de sondagens Ipsos-Sopra Steria para vários órgãos franceses, a abstenção ter-se-á situado nos 25,3%, a maior taxa numa segunda volta em eleições presidenciais desde 1969.

A participação terá sido assim de 75,7%, menos três pontos percentuais que na primeira volta, a 23 de abril, em que 77,77% dos eleitores franceses foram às urnas. É também a primeira vez desde 1969 que a participação na segunda volta é inferior à da primeira.

Estes dados apontam para uma vantagem de 30 pontos de Macron sobre a sua rival.

Os resultados de Macron são melhores do que as sondagens tinham indicado nas duas semanas entre a primeira e a segunda voltas.




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